- A ÉPOCA
FANTÁSTICA
DO BENFICA
I
A confiança,
A esperança,
Mesmo na desgraça,
Nos lança
Para mais trajetórias
Para mais vitórias,
E,
Consequentemente,
Para mais alegrias,
A fim de esquecermos
As feridas,
As derrotas
Remotas,
Passadas
E acreditar,
Acreditar
Sempre em mais conquistas.
II
Simplesmente
Triplete,
A época
Futebolística
Do Benfica
Foi fantástica,
Para não dizer, heróica,
Apesar dos desaires
E momentos piores
Que atravessou
No ano passado.
III
O Benfica
E a todos os que, direta ou indiretamente
Estão envolvidos no seu grande projeto,
A Direção,
Nunca desistiram,
Nunca baixaram
As cabeças,
Persistiram
E sempre acreditaram
Nas suas forças
Intrínsecas
E extrínsecas,
Até a esse momento imemorável,
Indelével
Na história do Clube.
IV
Infelizmente,
Não nos foi possível alcançar,
Atingir o objetivo europeu!
Mas, batemo-nos
Como grandes combatentes
Em todas as frentes
E embates!
V
Orgulhamo-nos
Por tudo o que o Benfica demonstrou
E provou
A todos
E em todos os lados,
Ainda que tenhamos deixar fugir
O objetivo europeu.
Ontem erguemos mais um troféu
A juntar tantos outros
Da glória do clube.
VI
O Benfica
É uma grande lição
Para todos,
Como dizia um grande homem.
Nunca se deve desistir
Por mais que as coisas
Nos parecem negras.
Para quem no ano transato
Não conseguiu cumprir nenhum projeto
Que tinha proposto,
É de louvar a combatividade
E a confiança
Na sua força,
Por essa mística,
Que se chama Benfica.
VI
Escrevi,
Escrevo
E escreverei
Sobre o meu Benfica
Por e para todos os momentos,
Maus e bons,
De derrotas
E de vitórias,
Pois, a escrita
É a minha sina,
A porta
Aberta
Que me ensina
E mostra a senda
Da vida.
VII
As derrotas
Trucidam os nossos pulmões,
Os nossos corações;
Decapitam as nossas costas!
Foi assim
Na derrota de Turim!
Nem quero lembrar –me
Desse nome!
Mas tenho que me recompor
Como adepto
De suor,
E estar sempre com rigor,
Vigor
E sempre pronto,
Para qualquer confronto
De momento.
Viva o Benfica
De que se fala
Nesta época
Como estrela
Que brilha
E espalha
o seu brilho
em cada soalho!
Viva os campeões
De todas as paixões,
De todas as gerações
E de todas as Nações!
Findámos a época
De ouro,
Com tenacidade:
Campeonato Nacional,
Taça da Liga
Taça de Portugal!
A conquista total
A nível Nacional!
Catujal (domingo - 22horas), 18 de Maio de 2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO) - ESTAS
DUAS
CONQUISTAS,
SÃO BONS SINAIS
PARA AS DUAS
FINAIS
I
Benfica
Estica
Para mais taças
Para corroborar
E para provar
As suas proezas
Como uma grande equipa
Desta época.
II
É o meu dever
Escrever
Sempre
Sobre o meu Benfica
Em todos os momentos,
Em todos os cantos,
Porque é uma equipa
Do meu coração,
É a minha maior paixão.
III
Rapazes
Audazes,
Sóis capazes
De ultrapassar
Todas as fases
Com determinação,
Afinco
E muito empenho.
IV
Estais no bom caminho
Para alcançar o sonho
Almejado e proposto!
Continuem
Assim
Até ao fim,
Para o nosso bem,
Para o nosso grande projeto!
V
Confiança
Para mais uma taça,
Mais uma peça
Que enriqueça
O nosso espólio,
Que fortaleça
O nosso Estádio,
A nossa fenomenal
Catedral.
VI
Parabéns,
Meus grandes homens!
A conquista
Da taça da Liga,
Demonstra a vossa grande entrega,
A vossa heróica luta;
É a prova da vossa grande raça!
BEM HAJA
O NOSSO GRANDE BENFICA,
QUE ALEGRA A TODOS OS BENFIQUISTAS!
CATUJAL ( 23HORAS- 4ª-FEIRA), 07 DE MAIO DE 2014.
KANKAMBAL ( NDO) - TURIM,
NÃO SERÁ O FIM,
MAS SIM,
O TRAMPOLIM
I
Jesus,
Até queria voar,
Se tivesse
Asas
Como a águia
Vitória,
Pela alegria
De ontem,
Homem
Que se diz
Feliz.
II
Mas como ele próprio costuma
Dizer:
“
É preciso
Calma,
Juízo;
Nada
Está ainda
Ganho.
Estamos
Ainda
No caminho;
Temos
Um longo percurso
A percorrer”
III
TURIM.,
Não será o fim,
Mas sim,
O trampolim
De balizas
Para taças e taças
Para ambições
Dos campeões.
IV
Acredito
No grande projeto
Do Benfica
Nesta época.
Existe o mito
Remoto,
Com o trajeto,
Rumo ao um bom porto.
V
Se
Benze
Para o dia catorze!
Que nos traga
A taça
Para compensar a praga,
A desgraça
Do ano passado,
Que foi tão negro e assombrado.
VI
É preciso
Sempre
Muito trabalho,
Perseverança
E esperança,
Como uma equipa
De raça
Na Europa,
De muito brilho,
Que sempre
Nos enche
De orgulho,
Nos preenche
O espaço
Em cada página
Da nossa tribuna,
Marco
E traço
Caraterístico
Da águia
Vitória
Que nos plasma de glória.
VII
Ó Benfica,
Que cada um evoca,
Continuaremos
A entoar
O teu hino,
Continuaremos
A tocar
O sino
Da tua catedral
Após cada final,
Pois, enche-nos de júbilo
Em cada golo,
E marcharemos
Cada vez
Que nos dás vitória,
Alegria,
Rumo ao Marquês
De Pombal.
ARRUDA DOS VINHOS (14H40 MINUTOS, SEXTA-FEIRA), 02 DE MAIO DE 2014.
KANKANBAL (NDO) - Fernando Matos Ferreira
1 h •
O BENFICA
É REALMENTE
O MAIOR !
O Benfica
Está na final
Da Liga Europa.
Há heróis
Na face da Terra!
Os jogadores
Do Benfica
Demonstraram
Provaram a todos
Que têm garras!
A final espera por nós!
Benfiquistas de todas as idades,
Apoiemos o nosso Benfica
No nosso âmago.
Voltarei a falar do nosso Benfica
Brevemente,
Pois, o coração
Está ainda em ebulição.
01/05/2014
"NDO" - O BENFICA
É REALMENTE
MAIOR!
O Benfica
Está na final
Da Liga Europa.
Há heróis
Na face da Terra!
Os jogadores... Ver mais - Fernando Matos Ferreira 25 s
OLÁ,
PESSOAL
EM GERAL,
CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá... Ver mais - OLÁ,
PESSOAL
EM GERAL,
CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá
E cá,
Do Catujal,
Em especial,
É tempo de poupança,
Porque a receita
É restrita,
É pequenita
E não suporta
A despesa
Que se gasta
Em excesso
Ou ao acaso.
É tempo
De moderação
E decisão
Do tipo
Keynesiano
Para conseguir
O ganho
No amanho
De cada ano,
De cada mês,
De cada dia,
Através
Da perícia,
Da inteligência
E ousadia.
A experiência ensinou-me
E ensina-me
Mostrou-me
E mostra-me
A via
Para não repetir
O erro
Cometido
No passado
E partir
Do zero.
A receita
Não dá mais para festa
O salário mensal
Mal
Chega para o leite, o açúcar, o sal,
O arroz…
Que nós
Consumimos
No nosso dia
A dia.
É tempo
Do corpo
Magro,
Do espírito austero,
Para suportar o avalanche
De cada tranche
Que a “Troika”
Nos dá e saca
Ao mesmo tempo.
O amanhã
Não se apanha
Como (com) uma senha
Oferecida
E dada
Pela vizinha
Que nos apadrinha.
Sigamos o caminho
Do sonho,
Porque só ele faz cada um risonho,
Apto a seguir em frente
Sem curvar perante
Qualquer embate.
Esse caminho,
O espinho
Quotidiano
De cada humano,
Que o Sr. “Ndo”
É obrigado
A percorrer,
Enquanto viver
Como um ser.
O fardo
Do Sr. “Ndo”,
É o fado
Dado
No primeiro dia do seu nascimento
Como manto
Que lhe foi imposto
Após o seu primeiro grito,
Após o seu primeiro gemido
Como criatura
Na Terra.
Estas
São as reflexos soltas,
Muitas das vezes impostas
Pelas circunstâncias
Imprevistas
Nas ocasiões de inércias.
A inspiração
No momento em que o Benfica
Se preparava para jogar com
Jogava a Juventus,
Para a Liga Europa.
CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
KANKAMBAL (NDO)
OLÁ,
PESSOAL
EM GERAL,
CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá
E cá,
Do Catujal,
Em especial,
É tempo de poupança,
Porque a receita
É restrita,
É pequenita
E não suporta
A despesa
Que se gasta
Em excesso
Ou ao acaso.
É tempo
De moderação
E decisão
Do tipo
Keynesiano
Para conseguir
O ganho
No amanho
De cada ano,
De cada mês,
De cada dia,
Através
Da perícia,
Da inteligência
E ousadia.
A experiência ensinou-me
E ensina-me
Mostrou-me
E mostra-me
A via
Para não repetir
O erro
Cometido
No passado
E partir
Do zero.
A receita
Não dá mais para festa
O salário mensal
Mal
Chega para o leite, o açúcar, o sal,
O arroz…
Que nós
Consumimos
No nosso dia
A dia.
É tempo
Do corpo
Magro,
Do espírito austero,
Para suportar o avalanche
De cada tranche
Que a “Troika”
Nos dá e saca
Ao mesmo tempo.
O amanhã
Não se apanha
Como (com) uma senha
Oferecida
E dada
Pela vizinha
Que nos apadrinha.
Sigamos o caminho
Do sonho,
Porque só ele faz cada um risonho,
Apto a seguir em frente
Sem curvar perante
Qualquer embate.
Esse caminho,
O espinho
Quotidiano
De cada humano,
Que o Sr. “Ndo”
É obrigado
A percorrer,
Enquanto viver
Como um ser.
O fardo
Do Sr. “Ndo”,
É o fado
Dado
No primeiro dia do seu nascimento
Como manto
Que lhe foi imposto
Após o seu primeiro grito,
Após o seu primeiro gemido
Como criatura
Na Terra.
Estas
São as reflexos soltas,
Muitas das vezes impostas
Pelas circunstâncias
Imprevistas
Nas ocasiões de inércias.
A inspiração
No momento em que o Benfica
Se preparava para jogar com
Jogava a Juventus,
Para a Liga Europa.
CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
KANKAMBAL (NDO) - OLÁ,
PESSOAL
EM GERAL,
CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá
E cá,
Do Catujal,
Em especial,
É tempo de poupança,
Porque a receita
É restrita,
É pequenita
E não suporta
A despesa
Que se gasta
Em excesso
Ou ao acaso.
É tempo
De moderação
E decisão
Do tipo
Keynesiano
Para conseguir
O ganho
No amanho
De cada ano,
De cada mês,
De cada dia,
Através
Da perícia,
Da inteligência
E ousadia.
A experiência ensinou-me
E ensina-me
Mostrou-me
E mostra-me
A via
Para não repetir
O erro
Cometido
No passado
E partir
Do zero.
A receita
Não dá mais para festa
O salário mensal
Mal
Chega para o leite, o açúcar, o sal,
O arroz…
Que nós
Consumimos
No nosso dia
A dia.
É tempo
Do corpo
Magro,
Do espírito austero,
Para suportar o avalanche
De cada tranche
Que a “Troika”
Nos dá e saca
Ao mesmo tempo.
O amanhã
Não se apanha
Como (com) uma senha
Oferecida
E dada
Pela vizinha
Que nos apadrinha.
Sigamos o caminho
Do sonho,
Porque só ele faz cada um risonho,
Apto a seguir em frente
Sem curvar perante
Qualquer embate.
Esse caminho,
O espinho
Quotidiano
De cada humano,
Que o Sr. “Ndo”
É obrigado
A percorrer,
Enquanto viver
Como um ser.
O fardo
Do Sr. “Ndo”,
É o fado
Dado
No primeiro dia do seu nascimento
Como manto
Que lhe foi imposto
Após o seu primeiro grito,
Após o seu primeiro gemido
Como criatura
Na Terra.
Estas
São as reflexos soltas,
Muitas das vezes impostas
Pelas circunstâncias
Imprevistas
Nas ocasiões de inércias.
A inspiração
No momento em que o Benfica
Se preparava para jogar com
Jogava a Juventus,
Para a Liga Europa.
CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
KANKAMBAL (NDO)
OLÁ,
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CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá
E cá,
Do Catujal,
Em especial,
É tempo de poupança,
Porque a receita
É restrita,
É pequenita
E não suporta
A despesa
Que se gasta
Em excesso
Ou ao acaso.
É tempo
De moderação
E decisão
Do tipo
Keynesiano
Para conseguir
O ganho
No amanho
De cada ano,
De cada mês,
De cada dia,
Através
Da perícia,
Da inteligência
E ousadia.
A experiência ensinou-me
E ensina-me
Mostrou-me
E mostra-me
A via
Para não repetir
O erro
Cometido
No passado
E partir
Do zero.
A receita
Não dá mais para festa
O salário mensal
Mal
Chega para o leite, o açúcar, o sal,
O arroz…
Que nós
Consumimos
No nosso dia
A dia.
É tempo
Do corpo
Magro,
Do espírito austero,
Para suportar o avalanche
De cada tranche
Que a “Troika”
Nos dá e saca
Ao mesmo tempo.
O amanhã
Não se apanha
Como (com) uma senha
Oferecida
E dada
Pela vizinha
Que nos apadrinha.
Sigamos o caminho
Do sonho,
Porque só ele faz cada um risonho,
Apto a seguir em frente
Sem curvar perante
Qualquer embate.
Esse caminho,
O espinho
Quotidiano
De cada humano,
Que o Sr. “Ndo”
É obrigado
A percorrer,
Enquanto viver
Como um ser.
O fardo
Do Sr. “Ndo”,
É o fado
Dado
No primeiro dia do seu nascimento
Como manto
Que lhe foi imposto
Após o seu primeiro grito,
Após o seu primeiro gemido
Como criatura
Na Terra.
Estas
São as reflexos soltas,
Muitas das vezes impostas
Pelas circunstâncias
Imprevistas
Nas ocasiões de inércias.
A inspiração
No momento em que o Benfica
Se preparava para jogar com
Jogava a Juventus,
Para a Liga Europa.
CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
KANKAMBAL (NDO)
OLÁ,
PESSOAL
EM GERAL,
CÁ
E LÁ !...
Olá
Pessoal
Em geral,
Lá
E cá,
Do Catujal,
Em especial,
É tempo de poupança,
Porque a receita
É restrita,
É pequenita
E não suporta
A despesa
Que se gasta
Em excesso
Ou ao acaso.
É tempo
De moderação
E decisão
Do tipo
Keynesiano
Para conseguir
O ganho
No amanho
De cada ano,
De cada mês,
De cada dia,
Através
Da perícia,
Da inteligência
E ousadia.
A experiência ensinou-me
E ensina-me
Mostrou-me
E mostra-me
A via
Para não repetir
O erro
Cometido
No passado
E partir
Do zero.
A receita
Não dá mais para festa
O salário mensal
Mal
Chega para o leite, o açúcar, o sal,
O arroz…
Que nós
Consumimos
No nosso dia
A dia.
É tempo
Do corpo
Magro,
Do espírito austero,
Para suportar o avalanche
De cada tranche
Que a “Troika”
Nos dá e saca
Ao mesmo tempo.
O amanhã
Não se apanha
Como (com) uma senha
Oferecida
E dada
Pela vizinha
Que nos apadrinha.
Sigamos o caminho
Do sonho,
Porque só ele faz cada um risonho,
Apto a seguir em frente
Sem curvar perante
Qualquer embate.
Esse caminho,
O espinho
Quotidiano
De cada humano,
Que o Sr. “Ndo”
É obrigado
A percorrer,
Enquanto viver
Como um ser.
O fardo
Do Sr. “Ndo”,
É o fado
Dado
No primeiro dia do seu nascimento
Como manto
Que lhe foi imposto
Após o seu primeiro grito,
Após o seu primeiro gemido
Como criatura
Na Terra.
Estas
São as reflexos soltas,
Muitas das vezes impostas
Pelas circunstâncias
Imprevistas
Nas ocasiões de inércias.
A inspiração
No momento em que o Benfica
Se preparava para jogar com
Jogava a Juventus,
Para a Liga Europa.
CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
KANKAMBAL (NDO) - Fernando Matos Ferreira
3 h •
A PRIVAÇÃO/DO PÃO/,DA HABITAÇÃO/, DA EDUCAÇÃO/,...
I
Choro
Pelo que quero
E não encontro,
Porque estou num escuro
Total e inteiro.
II
Em casa,
Por causa
De alguma coisa
Em falta,
Toda a gente
Se exalta,
Se zanga,
Se briga
E se sente
Que está
No direito
De faltar o respeito
Ao seu semelhante.
III
Não
Tendo pão,
Educação,
Habitação,
Saúde
Nesta sociedade,
Você tem a razão
Da reclamação
E da reivindicação
Do seu direito
Como sujeito,
Mesmo que não
O entendam,
Mesmo que não
O compreendam.
IV
A sua luta
Consigna
A sua digna
Conquista
Como pessoa humana
No espaço,
Mesmo escasso
Onde habita.
V
Na casa
Farta,
Onde nada falta,
Reinam a harmonia,
A alegria,
Mesmo com a hipocrisia,
Porque o que se pretende,
É a pretensa
Felicidade.
VI
Na época
Da crise,
Pugna-se
Pelo essencial,
Pelo indispensável
Para a sobrevivência,
Mesmo com uma parca
Migalha
Do pão,
Que nos valha
Para a resistência
Do vendaval.
VII
Pugna-se
Na época
Da crise,
Que tenhamos
O mínimo
Para podermos
Encarar
Com otimismo,
Os que confiam em nós
E não têm a voz;
Os que dependem de nós;
Na(em) casa
Onde falta
Tudo:
O arroz,
O leite,
A batata,
O açúcar,
Toda a gente
Grita,
Porque na mesa
Escasseia
A merenda
Pretendida
Para o pequeno almoço,
Para o jantar,
Para a ceia...
Sem
Isso,
Nada
Pode encantar.
VIII
A prece
Constante
No momento da crise,
É para que não nos falte
O pão,
O leite,
A alimentação...!
A8- , CAMPO GRANDE- SOBRAL DE MONTE AGRAÇO (2ª-FEIRA, 07H 45 MINUTOS), 28 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO)
Carlitos Da Silva gosta disto. - NINGUÉM PÁRA
O VOO DA ÁGUIA,
NINGUÉM PÁRA O BENFICA,
ATÉ A VITÓRIA FINAL
I
Ainda é cedo
Para deitar foguetes!
Temos que ter muita calma,
Muita moderação
Nas palavras
E nos atos.
"A experiência
É o pente dos carecas"
Por isso,
o fracasso
Do ano passado,
Fez-me e faz-me um adepto
Cauteloso,
Contido
Em tudo
O que podia dizer hoje!
II
Aos benfiquistas
Fanáticos,
Peço que ainda não estejam eufóricos.
Que tenham paciência
Para que a ciência,
De Jesus
Produza efeitos fantásticos
Na Luz!
III
A ESPERANÇA,
A ESPERANÇA,
MESMO NA DESGRAÇA,
FEZ-NOS CONQUISTAR JÁ UMA TAÇA!
FORÇA!
27/04/2014
" NDO" - O VINTE E CINCO DE ABRIL
( ESTÁ) FEBRIL
I
Volvidos
Quarenta
Anos
De Liberdade,
Quero
Aqui,
Nestes escassos
Espaços,
Expressar
E enviar
Os meus mais sinceros
Votos
De infinitos
Agradecimentos
Aos audazes
E corajosos
Capitães de Abril
E outros ilustres
Portugueses anónimos.
II
Eu sou
O produto
Do amadurecimento
Da democracia
Saída
Da amargura,
Da Ditadura
Fascista
Salazarista
Que tropeçou,
Que presenciou
À sua queda,
À sua agonia.
III
Eu sou
O produto
Do regime
Caduco
E quase sem nome,
Corrupto,
Selvático,
Retrógrado
E repressivo
Que governou
E dominou
O meu povo,
Impondo
E executando
As suas leis barbaramente
Sem olhar os meios,
Para atingir e alcançar os seus objetivos e benefícios.
IV
É a lei
E a senda
Que eu designo,
Apelo, apelei
E considerei
Como o destino
Da vida
Particular,
Singular,
Plural,
Coletiva
E geral
Da memória viva.
V
Todos
Nós,
Todos
Os regimes
Democráticos,
Todos,
Somos
Unânimes
Em reconhecer
Que o 25 de Abril
Não é a propriedade
De ninguém,
De nenhum homem
Na atualidade;
Mas todos
Reconhecem
Que o 25 de Abril
Está febril,
Porque há muitas fomes,
Não há pão
Para a população,
Para os medíocres,
Para os pobres,
Mas apenas para os verdadeiros nobres,
Porque em geral, há divisão,
O conflito,
O desentendimento
Na sociedade.
VI
Hoje, comemora-se
O quadragésimo aniversário
Do Vinte e Cinco
De Abril,
O sonho
Imaginário,
O mito
Remoto,
O espinho
Que se tornou risonho
No rosto
De cada sujeito,
Graças a um povo
Heróico,
Que hoje exibiu, patenteou
E hasteou
O cravo
No peito,
Apesar da crise.
VII
O 25 de Abril comemorado
Em diferentes
Sítios
Em Lisboa:
Em S. Bento
E no Largo (Rato?),
Em virtude de pontos divergentes
Dos seus agentes.
Porquê esta separação
Da comemoração?
Porquê esta divisão
Que só afeta a (nossa) ambição
(como )Da (nossa) Nação?!
VIII
O 25 de Abril
É a Liberdade,
É a igualdade,
É a solidariedade,
É a fraternidade
Da sociedade,
Com a justiça
E que tem a esperança
Na felicidade
Humana
Por agora
E que posteriormente, prepara,
Na terra,
A felicidade
Divina.
IX
Apesar da crise,
Acredita-se
Na mudança,
Na metamorfose,
Na força,
Na dinâmica
Da sociedade
Ativa
Que eleva
O seu povo
Ao sucesso,
A ao progresso
Como objetivo
Imperioso.
X
As correntes progressistas,
Altruístas
E humanistas,
Não deixarão
Esmorecer
E murchar
Os ideais
Do 25 de Abril:
A Liberdade
Na sua plenitude,
A democracia,
A cidadania,
O respeito íntegro
Da pessoa humana
Em todas vertentes,
Em todas latitudes
E em todas as longitudes.
XI
O 25 de Abril
Abomina
Sistema
Que domina
De forma
Vil,
E servil
A pessoa humana!
O 25 de Abril
É verosímil!
XII
Não me
Lembro
Do outro
Regime
Tão austero
E firme,
Que, ao pronunciar o seu nome,
Nos causa arrepio,
Nos causa calafrio
Como o do Doutor Salazar,
O grande azar
Dos que nasceram nesse tempo,
Tanto na cidade, como no campo!
O grito
Da sua voz
Era feroz,
E o povo teme
E treme
O apito
Da PIDE
Em cada parede
Da sala,
Da sela
Da tortura,
Em Nova Sintra,
Em Bula,
Em Tite,
Em Fulacunda,
Em Caxias,
Em Peniche,
Em Tarrafal,
Em S. Tomé e Príncipe,
Sem piedade.
XIII
O medo
Daquele rapaz de Pelundo,
De Canchungo,
De Bolama,,
De Kantomá,
De Quinara,
De Nova Sintra,
E a recordação
Da repressão
Na prisão
De Tite
Pelo seu pai,
Fê-lo
E fá -lo
Um homem
De coragem
Em cada paragem.
SACAVÉM (SEXTA –FEIRA, 15H 25 MINUTOS), 25 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO) - VIVA BENFICA,
O CAMPEÃO NACIONAL
2013/2014!
I
Eis o benfiquista
Anónimo,
Festejando
Contido,
Mas com muito entusiasmo,
A festa do campeão,
Do Vitorioso,
Do Glorioso
Benfica.
Depois do ano anterior
Cheio de dissabores.
II
O vermelho
Toma conta
Da cidade
De Lisboa,
No dia
Da Páscoa,
Com a alegria
Da vitória
Do Benfica
Depois das cinzas
Do ano anterior,
Cheio de dissabores.
III
A crença,
A força,
A esperança
De conseguir uma taça
Na liga nacional
De futebol,
Foi sempre o caminho
E o sonho
Da família
Benfiquista,
Sempre otimista,
E assim, comemora com muito furor,
Euforia
E folia,
Esta grande vitória.
IV
A festa
É na praça Marquês
De Pombal,
Em Lisboa,
Neste dia
De Páscoa!
V
A sorte
Protege
Os audazes
Que enfrentaram crises
E dificuldades
Ao longo da época transata..
VI
Acompanho
A festa
Benfiquista
Sentado no sofá,
Mas com o coração
Vermelhinho.
VII
O Benfica
É o maior
E o amor
Que nos dignifica
E honra
Como uma equipa de garra,
O campeão
Da Paixão
E da ressurreição.
VIII
Para trás,
Me apraz
Escrever
Com prazer
O percurso
Do nosso
Glorioso
Benfica
Nesta época.
IX
Mais uma vez,
O meu muito
Obrigado
A toda a família
Benfiquista:
Aos heróicos jogadores,
Aos arquitetos
Luís F F Vieira
E Jorge Jesus!
CATUJAL- UNHOS (( DOMINGO, 22 HORAS), 20 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO) - A PERIODIZAÇÃO,
A CONTEXTUALIZAÇÃO
DA AÇÃO
E DA FESTA
BENFIQUISTA
I
Chegou a hora
De içar a bandeira
Do nosso vitorioso
E glorioso
Benfica
E, em casa, ninguém fica.
No estádio
Da Luz,
A explosão
Da Alegria
Da vitória,
Do Benfica,
O campeão,
Que deixa toda a gente
Num ambiente
De autêntico delírio!
II
Meu Benfica,
O heróico
Que me deixa louco
Em todas as partidas,
É hoje o campeão nacional,
Um ambiente fantástico!
III
O Mestre Eusébio
Ouviu a nossa prece,
Bem como o Mestre Coluna,
Ambos, deram-nos o título nacional
Depois de uma época passada
Desastrosa!
IV
Viva o Benfica,
O campeão,
O clube dos milhões
Que deixa toda a gente eufórica
Com a sua sensacional atuação
E sobretudo esta época!
V
O mágico
Lima,
Foi muito fantástico
Que coloca
O Benfica
Numa plataforma
Acima
Dos normais,
Dos mortais.
VI
Tinha medo
De escrever,
Porque sempre que escrevo
Acontece o impensável,
O improvável
Do mundo
Dos vivos.
Mas, a medida que o tempo passava,
Fui ganhando
A coragem
Como homem,
E peguei no caderno
Do menino,
Para escrever
E descrever
O ambiente no Estado
Da luz,
Que produziu e produz
Os efeitos
Desejados pelos benfiquistas
Em vários momentos
Da sua história.
VII
Obrigado,
Obrigado,
Obrigado
Meu Benfica
De coração!
Chegámos ao pódio
Nacional!
Vamos torcer para o pódio
Internacional.
VIII
Obrigado
Por tudo,
Querido
J. Jesus,
Pelo que nos deu
Na Luz!
Obrigado
L. Vieira
Por tudo
E estamos à espera
De mais golos,
Para mais títulos,
Para arrecadarmos mais taças,
Mais m”massas”
Na nossa “Catedral”,
Tanto a nível nacional,
Como internacional.
IX
Obrigado
A todos
Os jogadores,
Porque todos foram heróis!
Obrigado
A todos
Os adeptos,
Porque sempre acreditaram
No Benfica,
Nos bons
E maus momentos.
X
É este o Benfica,
A equipa
Que luta
E conquista
Com garra
E abnegação,
Para ser campeão.
XI
VIVA O CAMPEÃO!
VIVA O GLORIOSO
NESTE DIA SANTO
QUE NOS DEU A ALEGRIA,
E COMO TAL,
NA PÁSCOA,
TODA A GENTE PERDOA!
BEM HAJA!
CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO)
A PERIODIZAÇÃO,
A CONTEXTUALIZAÇÃO
DA AÇÃO
E DA FESTA
BENFIQUISTA
I
Chegou a hora
De içar a bandeira
Do nosso vitorioso
E glorioso
Benfica
E, em casa, ninguém fica.
No estádio
Da Luz,
A explosão
Da Alegria
Da vitória,
Do Benfica,
O campeão,
Que deixa toda a gente
Num ambiente
De autêntico delírio!
II
Meu Benfica,
O heróico
Que me deixa louco
Em todas as partidas,
É hoje o campeão nacional,
Um ambiente fantástico!
III
O Mestre Eusébio
Ouviu a nossa prece,
Bem como o Mestre Coluna,
Ambos, deram-nos o título nacional
Depois de uma época passada
Desastrosa!
IV
Viva o Benfica,
O campeão,
O clube dos milhões
Que deixa toda a gente eufórica
Com a sua sensacional atuação
E sobretudo esta época!
V
O mágico
Lima,
Foi muito fantástico
Que coloca
O Benfica
Numa plataforma
Acima
Dos normais,
Dos mortais.
VI
Tinha medo
De escrever,
Porque sempre que escrevo
Acontece o impensável,
O improvável
Do mundo
Dos vivos.
Mas, a medida que o tempo passava,
Fui ganhando
A coragem
Como homem,
E peguei no caderno
Do menino,
Para escrever
E descrever
O ambiente no Estado
Da luz,
Que produziu e produz
Os efeitos
Desejados pelos benfiquistas
Em vários momentos
Da sua história.
VII
Obrigado,
Obrigado,
Obrigado
Meu Benfica
De coração!
Chegámos ao pódio
Nacional!
Vamos torcer para o pódio
Internacional.
VIII
Obrigado
Por tudo,
Querido
J. Jesus,
Pelo que nos deu
Na Luz!
Obrigado
L. Vieira
Por tudo
E estamos à espera
De mais golos,
Para mais títulos,
Para arrecadarmos mais taças,
Mais m”massas”
Na nossa “Catedral”,
Tanto a nível nacional,
Como internacional.
IX
Obrigado
A todos
Os jogadores,
Porque todos foram heróis!
Obrigado
A todos
Os adeptos,
Porque sempre acreditaram
No Benfica,
Nos bons
E maus momentos.
X
É este o Benfica,
A equipa
Que luta
E conquista
Com garra
E abnegação,
Para ser campeão.
XI
VIVA O CAMPEÃO!
VIVA O GLORIOSO
NESTE DIA SANTO
QUE NOS DEU A ALEGRIA,
E COMO TAL,
NA PÁSCOA,
TODA A GENTE PERDOA!
BEM HAJA!
CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO)
A PERIODIZAÇÃO,
A CONTEXTUALIZAÇÃO
DA AÇÃO
E DA FESTA
BENFIQUISTA
I
Chegou a hora
De içar a bandeira
Do nosso vitorioso
E glorioso
Benfica
E, em casa, ninguém fica.
No estádio
Da Luz,
A explosão
Da Alegria
Da vitória,
Do Benfica,
O campeão,
Que deixa toda a gente
Num ambiente
De autêntico delírio!
II
Meu Benfica,
O heróico
Que me deixa louco
Em todas as partidas,
É hoje o campeão nacional,
Um ambiente fantástico!
III
O Mestre Eusébio
Ouviu a nossa prece,
Bem como o Mestre Coluna,
Ambos, deram-nos o título nacional
Depois de uma época passada
Desastrosa!
IV
Viva o Benfica,
O campeão,
O clube dos milhões
Que deixa toda a gente eufórica
Com a sua sensacional atuação
E sobretudo esta época!
V
O mágico
Lima,
Foi muito fantástico
Que coloca
O Benfica
Numa plataforma
Acima
Dos normais,
Dos mortais.
VI
Tinha medo
De escrever,
Porque sempre que escrevo
Acontece o impensável,
O improvável
Do mundo
Dos vivos.
Mas, a medida que o tempo passava,
Fui ganhando
A coragem
Como homem,
E peguei no caderno
Do menino,
Para escrever
E descrever
O ambiente no Estado
Da luz,
Que produziu e produz
Os efeitos
Desejados pelos benfiquistas
Em vários momentos
Da sua história.
VII
Obrigado,
Obrigado,
Obrigado
Meu Benfica
De coração!
Chegámos ao pódio
Nacional!
Vamos torcer para o pódio
Internacional.
VIII
Obrigado
Por tudo,
Querido
J. Jesus,
Pelo que nos deu
Na Luz!
Obrigado
L. Vieira
Por tudo
E estamos à espera
De mais golos,
Para mais títulos,
Para arrecadarmos mais taças,
Mais m”massas”
Na nossa “Catedral”,
Tanto a nível nacional,
Como internacional.
IX
Obrigado
A todos
Os jogadores,
Porque todos foram heróis!
Obrigado
A todos
Os adeptos,
Porque sempre acreditaram
No Benfica,
Nos bons
E maus momentos.
X
É este o Benfica,
A equipa
Que luta
E conquista
Com garra
E abnegação,
Para ser campeão.
XI
VIVA O CAMPEÃO!
VIVA O GLORIOSO
NESTE DIA SANTO
QUE NOS DEU A ALEGRIA,
E COMO TAL,
NA PÁSCOA,
TODA A GENTE PERDOA!
BEM HAJA!
CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO) - MAMÃ
TEIMA
NO QUE AMA
I
Sem ninguém
Para conversar,
Para dialogar,
O único
Meio
De combater
O silêncio,
É verter
A tinta
Sobre o papel
Branco
Que alivia o fel
Deste homem
Manjaco,
Que a vida finta.
II
O sonho
Tacanho
De Joãozinho
Ao despedir-se
Do colega “Manelinho”
Rumo
À Europa,
Continente
De oportunidade,
Foi para a água
Abaixo!
O emigrante
No lixo,
Na copa,
Apanhando a sopa
Da solidariedade
Devido à crise!
III
A mamã
Está triste,
Porque a vida
A trama
Em cada
Entrada,
E em cada
Tentativa,
Leva
Sempre uma porrada,
Uma bofetada
Bem quente.
IV
A mamã
Não tem pão
Para as filhas,
Não tem arroz
Para cozinhar
E já não pode sonhar
Como ontem,
Porque já nada tem
E nem
O seu homem
Pode salvá-la
E para sempre cala.
V
Amargurada,
Desempregada,
O semblante
Triste,
A mamã
Não sai
De cama
E nenhum lado vai,
Porque também
Não tem
Como fazê-lo.
VI
A mamã
Que tanto ama,
Faz a prece
Ao que a Providência
Lhe dá
E oferece
Em cada
Dia,
E do fundo do seu ser,
Agradece
Por continuar a viver.
VII
A mamã
Que muito ama,
Tem sempre uma chama
Que a ilumina
Em cada zona,
A guia
Em cada dia,
Dando-lhe força
E esperança
Para seguir sempre em frente,
Para qualquer combate,
Para todo o embate
Que a desafia,
E confia
No dia
Mais radiante.
CATUJAL-UNHOS(2ª-FEIRA, 01H40 MINUTOS), 14 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL(NDO) - A CRIANÇA
É UMA (RIQUEZA) PUJANÇA
EM PRESENÇA
I
A criança
É uma flor
Ao redor,
Que faz ... Ver mais - É DESTA VEZ
QUE A GUINÉ
SAI…
E VAI…?!
O P.A.I.G.C.
Está de parabéns!
A Guiné
Está de parabéns!
O povo da Guiné
Está de parabéns!
É a notícia
Boa
Vinda da Guiné,
Que já não recebo
Há muito tempo!
Que bom
O civismo
Demonstrado
Pelos guineenses
Nas eleições
Do domingo passado,
Diria mesmo,
O patriotismo!
Chegou a hora
De arregaçarmos
As mangas!
Mãos à obra,
E de uma vez por todas,
Tirarmos
À Guiné-Bissau
Das sucessivas pragas,
Desgraças
Que têm conduzindo
O país para o caos!
Espero
Que a ocorrência
Às urnas por parte dos eleitores guineenses
Na 2ª volta das presidenciais,
Seja idêntica ou que ultrapasse a da primeira volta;
Que os objetivos dos eleitos pelo povo guineense, correspondam às espetativas dos eleitores e que a soberania da Nação volte a brilhar como no primeiro dia aquando da sua proclamação em 1993 nas colinas de Boé;
Que os anseios do povo guineense não continuem permanentemente a serem defraudadas pelos seus legítimos representantes, tanto no Parlamento, como na Presidência;
Que os eleitos, honrem os seus compromissos e dêem às crianças o pão, a educação, a saúde, a segurança e a esperança, como seus fulcrais direitos consignados nas Cartas das Nações.
Basta de pensarem exclusivamente nas “casas 2,3, etc”, e olhem pelos problemas do País e do Povo;
Que a comadre
Espere
Que os frutos
Da democracia
Sejam divididos
Equitativamente
Por todos
Os compatriotas,
Com o trabalho árduo
E sério
Dos deputados
Na Assembleia
Da República,
Bem como na Presidência
Da República,
Pelo presidente;
Que os vencedores e vencidos nas eleições legislativas se unam, se entendam e dêem as mãos como irmãos, pois, ninguém perdeu, antes pelo contrário, é a democracia que funcionou
E, como isso, o País ganhou
Espero que acabem
Com as vinganças,
Com os ódios,
Com as atrocidades,
Com as barbaridades,
Com as matanças;
Promovam as efetivas mudanças,
Promovam o amor, o desenvolvimento e os reais direitos humanos
Naquela terra de Cabral,
A nossa terra amada!
Concretizem os ideais do fundador
Da nossa Nacionalidade,
Que saldou a sua dívida
Para com a Partia,
Com a própria vida!
Todos nós,
Emigrantes,
Residentes
No estrangeiro,
Temos a voz
No pelouro
Da Reconstrução
Da Nação
E regozijamo-nos pela forma ordeira e cívica
Como decorreram as eleições gerais, presidenciais e legislativas;
Espero que os vencedores (e todos nós em conjunto), enveredem esforços
Com o intuito de tirar o país da ignorância, da miséria e da pobreza,
E, consequentemente, lançar o país, rumo ao progresso e felicidade do nosso povo.
Bem haja
A Guiné liberta de todos os opressores, tanto internos
Como externos!
Que viva
A Guiné sem trevas!
CATUJAL (5ª-FEIRA, 11H13 MINUTOS), 17 DE ABRIL DE 2014.
KANKAMBAL (NDO) - 4 h •
AS INQUIETAÇÕES
DOS GUINEENSES
COM AS CRISES
E CONSTANTES ELEIÇÕES
I
Em honra
Àqueles que tombaram
Para a libertação
Da nossa heróica
Nação,
À nossa querida terra,
Espero que as eleições
De hoje
Tragam
Benefícios
E bons negócios,
Para todos os filhos queridos
Espalhados,
Bem longe,
Dos quatro cantos do globo.
II
A todos os ilustres
Candidatos,
Espero
Que sejam iluminados
E mestres,
Em aceitar
E reconhecer,
Quaisquer
Que sejam os resultados
Saídos
Das eleições,
Para que a Guiné-Bissau viva como um povo íntegro
Digno
No plano
Interno
E externo.
III
Chega de vexames,
De humilhações,
De desconsiderações
E infames
Que assistimos
Ao longo de quatro décadas,
Em que o País assumiu o seu destino
Como Povo e Nação;
Imploro a todos os candidatos
Que coloquem em segundo plano
Os interesses pessoais, familiares,
Ideológicos ou partidários
E tentem virar a página tão negra
Que o conduziu às trevas, ao fosso em que se encontra mergulhado
E que o coloquem na senda das nações desenvolvidas , civilizadas, progressistas
E que respeitam os direitos da pessoa humana.
IV
Oh! Guiné
N, “dessane”(1)!,
Quando renuncias
Essa condição
E conduzas a sua população
Para(nas) vias
De sucesso,
Desenvolvimento, progresso,
Bem-estar
E felicidade?!
V
A verdade insofismável,
Abraçada pela nossa irrepreensível
Classe política,
Corrupta
E que nos sufoca
Há quase quatro décadas,
É uma das grandes dúvidas
Que hoje nos inquieta
E apoquenta.
VII
Aos guineenses,
Meus compatriotas,
Aos felizardos que hoje, em quatro pontos do globo, vão às urnas
Para as eleições legislativas e presidenciais,
Peço que votem com consciência
E responsabilidade
Para a restituição da democracia
E liberdade,
Que eu considero uma relíquia
Que nos foi “roubada”,
Que nos foi negada,
Que nos foi tirada
Há mais de uma década!
O sonho
Que terminou com o levantamento militar de 7 (sete) de Junho!
VIII
“Guiné,
Terra piquinino,
Mas garandi na fama,
Que em fila,
Nino,
Ansumane
Mané,
E Kumba Yalá
Mata i degula!
IX
E aonde estão estes atores?!
E aonde estão estes abutres
Da História
Da Guiné
“Ndessane”,
Que decaparam
A nossa Pátria
E nos tiraram
A alegria
De viver
Com prazer?!
X
O mundo não acaba
Com a morte do Kumba,
Do Nino Vieira,
Do Ansumane
Mané,
Do veríssimo Seabra,
Nem
De ninguém!
Choramos os nossos mortos,
Choramos os nossos heróis,
Mas temos o dever de cuidar
Dos que ainda são nossos,
Do seu bem estar.
XI
Ninguém
É ninguém,
Porque ninguém
É a propriedade de ninguém
E ninguém
Tem
O direito de flagelar outrem
Pelo poder
Que detém
Como um ser!
XII
Basta de ódio,
De vingança
Para conseguir um lugar no pódio!
Basta de barbaridades,
Animosidades!
Semeiem o amor, a esperança,
A reconciliação
Entre todos os guineenses,
Para ultrapassarmos as anémicas
E crónicas
Crises
E fomentar a reconstrução
Da Grande Nação
Que todos nós, ansiamos!
XIII
Tiremos o pais da pobreza extrema!
Façamos da Guiné,
Não de N,dessane”,
Mas, sim, efetivamente, de fama,
De hospitalidade,
De liberdade,
De respeito para com a dignidade
Da pessoa humana,
A prática da justiça plena!
XIV
Que seja João Mário Vaz,
Que seja Hélder Vaz,,
Que seja Nuno Gomes Nabian,
Que seja Abel Incada,
Candidatos a presidente,
O importante
É que seja o presidente
De todos os Guineenses;
XV
Que seja Domingos Simões Pereira,
Que seja Nuno Nabian,
Ou Fernando Vaz,
O primeiro ministro,
O importante é que tire o País do descalabro
Económico e social
Em que o nosso País se encontra.
XVI
Termino, desejando
Um fim feliz
Para (ao) nosso País
Nestas eleições!
BEM HAJA
E QUE ASSIM SEJA,
O QUE CADA UM DE NÓS DESEJA!!!
E ALELUIA
NESTA PÁSCOA !!!
(1)- n,dessane”, em oloff, coitado, coitada(português)
SACAVÉM( 11H40 MINUTOS- DOMINGO), 13 DE ABRIL DE B2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
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Nda Djata gosta disto. - AS INQUIETAÇÕES
DOS GUINEENSES
COM AS CRISES
E CONSTANTES ELEIÇÕES
I
Em honra
Àqueles que tombaram
Para a libertação
Da nossa heróica
Nação,
À nossa querida terra,
Espero que as eleições
De hoje
Tragam
Benefícios
E bons negócios,
Para todos os filhos queridos
Espalhados,
Bem longe,
Dos quatro cantos do globo.
II
A todos os ilustres
Candidatos,
Espero
Que sejam iluminados
E mestres,
Em aceitar
E reconhecer,
Quaisquer
Que sejam os resultados
Saídos
Das eleições,
Para que a Guiné-Bissau viva como um povo íntegro
Digno
No plano
Interno
E externo.
III
Chega de vexames,
De humilhações,
De desconsiderações
E infames
Que assistimos
Ao longo de quatro décadas,
Em que o País assumiu o seu destino
Como Povo e Nação;
Imploro a todos os candidatos
Que coloquem em segundo plano
Os interesses pessoais, familiares,
Ideológicos ou partidários
E tentem virar a página tão negra
Que o conduziu às trevas, ao fosso em que se encontra mergulhado
E que o coloquem na senda das nações desenvolvidas , civilizadas, progressistas
E que respeitam os direitos da pessoa humana.
IV
Oh! Guiné
N, “dessane”(1)!,
Quando renuncias
Essa condição
E conduzas a sua população
Para(nas) vias
De sucesso,
Desenvolvimento, progresso,
Bem-estar
E felicidade?!
V
A verdade insofismável,
Abraçada pela nossa irrepreensível
Classe política,
Corrupta
E que nos sufoca
Há quase quatro décadas,
É uma das grandes dúvidas
Que hoje nos inquieta
E apoquenta.
VII
Aos guineenses,
Meus compatriotas,
Aos felizardos que hoje, em quatro pontos do globo, vão às urnas
Para as eleições legislativas e presidenciais,
Peço que votem com consciência
E responsabilidade
Para a restituição da democracia
E liberdade,
Que eu considero uma relíquia
Que nos foi “roubada”,
Que nos foi negada,
Que nos foi tirada
Há mais de uma década!
O sonho
Que terminou com o levantamento militar de 7 (sete) de Junho!
VIII
“Guiné,
Terra piquinino,
Mas garandi na fama,
Que em fila,
Nino,
Ansumane
Mané,
E Kumba Yalá
Mata i degula!
IX
E aonde estão estes atores?!
E aonde estão estes abutres
Da História
Da Guiné
“Ndessane”,
Que decaparam
A nossa Pátria
E nos tiraram
A alegria
De viver
Com prazer?!
X
O mundo não acaba
Com a morte do Kumba,
Do Nino Vieira,
Do Ansumane
Mané,
Do veríssimo Seabra,
Nem
De ninguém!
Choramos os nossos mortos,
Choramos os nossos heróis,
Mas temos o dever de cuidar
Dos que ainda são nossos,
Do seu bem estar.
XI
Ninguém
É ninguém,
Porque ninguém
É a propriedade de ninguém
E ninguém
Tem
O direito de flagelar outrem
Pelo poder
Que detém
Como um ser!
XII
Basta de ódio,
De vingança
Para conseguir um lugar no pódio!
Basta de barbaridades,
Animosidades!
Semeiem o amor, a esperança,
A reconciliação
Entre todos os guineenses,
Para ultrapassarmos as anémicas
E crónicas
Crises
E fomentar a reconstrução
Da Grande Nação
Que todos nós, ansiamos!
XIII
Tiremos o pais da pobreza extrema!
Façamos da Guiné,
Não de N,dessane”,
Mas, sim, efetivamente, de fama,
De hospitalidade,
De liberdade,
De respeito para com a dignidade
Da pessoa humana,
A prática da justiça plena!
XIV
Que seja João Mário Vaz,
Que seja Hélder Vaz,,
Que seja Nuno Gomes Nabian,
Que seja Abel Incada,
Candidatos a presidente,
O importante
É que seja o presidente
De todos os Guineenses;
XV
Que seja Domingos Simões Pereira,
Que seja Nuno Nabian,
Ou Fernando Vaz,
O primeiro ministro,
O importante é que tire o País do escombro
Económico e social
Em que o nosso País se encontra.
XVI
Termino, desejando
Um fim feliz
Para (ao) nosso País
Nestas eleições!
BEM HAJA
E QUE ASSIM SEJA,
O QUE CADA UM DE NÓS DESEJA!!!
E ALELUIA
NESTA PÁSCOA !!!
(1)- n,dessane”, em oloff, coitado, coitada(português)
SACAVÉM( 11H40 MINUTOS- DOMINGO), 13 DE ABRIL DE B2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO) - REFLEXÕES SOLTAS
domingo, 6 de Abril de 2014
A PONTE/, A DOBRADIÇA/ ONDE A GENTE/ REPOUSA/
I
Nada mais doce
Na face
Do mundo,
Nesta vida
Onde estamos vivendo,
Como a saúde,
A plena felicidade!
II
É verdade
Que faz falta
Os bens materiais,
Os bens essenciais,
Para não dizer, fundamental,
Vital
Para a vivência
Humana,
Para a existe da existência
Terrena.
III
A ponte
Entre a morte
E a vida
É o que separa
Cada
Um de nós
Da foz
E da cratera.
IV
Esta ponte,
A dobradiça
Entre a vida
E a morte,
O espaço onde nos movemos,
É como a peça
Que nos lança
Para os extremos
Do que efetivamente somos.
V
Na nossa mente,
Temos sempre
Algo ou alguém como mestre
Que nos incute
A ideia do sucesso,
Para alcançarmos o progresso,
A felicidade,
O bem-estar
E tudo o que nos pode encantar
Na sociedade.
CATUJAL (DOMINGO- 15H40 MINUTOS), 06 DE ABRIL DE 2014.
MATTOS (NDO)
- De Fernando Matos Ferreira · Domingo, 5 de Junho de 2011
- Fernando Matos e Erica Moreira Borges são agora amigos.
No início de 2014
No início de 2014
- há 20 horas
A CIDADE DE BOLAMA
CHAMA
AQUELE
QUE
AMA
I
Saudade,
Daquela
Cidade
Tão bela
Que atrai
Quem lá
Vai,
Ainda
Que esteja abandonada,
Esquecida.
II
Bela
Como a sua gente,
Singela,
Humilde e atraente
Que acolhe
E recebe
Quem nela
Chega
E passa.
III
Bolama
Que tinha sido
Considerada
O ninho
De terroristas
Pelo seu acolhimento
Aos nacionalistas,
Aos patriotas
Que lutaram
Contra o colonialismo
E o fascismo português.
IV
Aqui estando tão longe,
Hoje,
Da minha ditosa
E querida cidade,
Atualmente esquecida
Pelos atuais dirigentes
Políticos do meu país,
Sinto a comichão
Em cada mão
De tocar,
Roçar
E pisar
Aquele chão
Tão peculiar
E especial
Pela sua história secular.
CATUJAL(2ª – FEIRA, 17H45), 01 DE ABRIL DE 2014-04-03
MATTOS (NDO)
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Elizabeth Sandra Correia gosta disto.
• - O que nos esperaa
Naquela terra?!
Antes de tudo, venho por este meio endereçar, os meus mais sentidos pêsames .em primeiro lugar, aos familiares do ex- presidente da República da Guiné - Bissau, Dr. Kumba Yalá, que deixou de estar entre nós, os vivos, hoje nas primeiras horas do dia ou nas últimas do dia anterior.
A morte de qualquer ser humano é sempre uma perda irreparável, pelo que lamento pro... Ver mais - A POESIA,
A FANTASIA
OU A TERAPIA?
I
Um vício,
Esse ofício
Da escrita
Que me tenta,
Que me incita
A experiementar
O bem-estar
Na caminhada
Da vida,
Filho
Cheio de orgulho,
Por ter vivido da bolanha
Da minha
Querida
Nhanha,
Algures
Naqueles lugares!
II
Tenho saudade
Da escrita
Que elevava,
A minha auto-estima
Em cada dificuldade
Que me batia a porta,
Em cada contrariedade
Que esbarrava
O meu
Eu,
Mas que sempre teima!
III
Hoje,
Longe
Desse desejo,
Aqui tão perto
Do Tejo,
Resisto
À enfermidade
Que impede
A minha mobilidade
Há mais de três
Meses
Afastando-me deste espaço
Predileto,
Que apelidei de laço!
IV
Lugares
Tão recônditos
Onde os meus antepassados
Construiram os seus humildes lares,
Legando-nos os conhecimentos
Relacionados
Com a sua história,
Com a sua vivência,
Como por exemplo,
kantoma,
Bolama,
Quínara,
Nova Sintra;
Cada uma, um símbolo
De resistência
Contra
A ocupação estrangeira
V
Tenho saudades
De outros tempos
Que nunca mais voltam!
Tenho saudades
Dos lugares,
De "djambarés",
Onde tudo
Se entroncava
E onde tudo
Se desenhava!
As amizades
Dos campos
Onde se contavam
E ainda se contam
As bravuras
Nas sombras
De humildades,
Sinceridades
E de tudo!
Lá se lavravam
Mancarra,
Feijão, inhambe, abóbora,
Etc!
VI
Lá ,
Na Lala,
Onde cresci
E vivi
Por pouco tempo,
Pois, fui levado
Para o outro lado,
Porque se temia
A inércia
Do meu corpo,
Ou desejando
Fertilizar a minha mente,
Ou se tentava evitar a minha morte.
VII
A poesia,
Como alguém dizia,
É como uma terapia
Que alivia
A nossa dor,
Aumenta o nosso amor
Connosco próprios,
Nos desvia
De maus vícios,
Nos eleva para lugqares
Altos ou altares.
A escrita
É a ponta
Que me incita
A ter uma visão otimista
Da realidade
Que nos circunscreve,
Da humanidade
Onde se vive. - A BOLA
ROLA
SEM A ESTRELA !
I
A aurora
Rouba
E acaba
Com a lenda,
Com a vida
Do “pantera
Negra”!
II
A madrugada
Domingueira
Nos tira
O nosso Pantera
Negra;
Leva àquele que teimava
Em viver,
Porque amava
Intensamente a vida
A vida
E tinha o muito querer!
III
O génio
Eusébio
Da Silva
Ferreira,
Do seu verdadeiro nome,
Despede-se
De nós
E, assim,
Despe-se
E se volta ao capim,
À terra
Donde viera,
E nos
Priva
Da sua voz
E do seu creme.
IV
A humildade,
Era
O traço
Peculiar
Da sua personalidade,
Tanto a nível familiar,
Bem como no laço
Estabelecido com os colegas,
Com os amigos
E com o público em geral.
V
Quem
O conheceu,
Quem
Conviveu,
Com ele,
Pôde acrescentar
Melhor
As caraterísticas
Intrínsecas
E extrínsecas
Dele,
O seu humor
No amor,
Como um grande ser humano,
Um verdadeiro
Campeão
Dentro e fora
Dos relvados,
Àquele que merecia estar
No Panteão
Ao lado de outros afamados
Da nossa Nação!
VI
Perguntem ao sr. João Malheiro,
O seu biógrafo,
O companheiro
Que conhece o seu “garfo”,
Que nos fala
Do” Pantera Negra”,
Da “Pérola
Negra”,
Da sua envergadura
Como criatura
Que viveu nesta terra.
VII
Homem de poucas palavras
Pelo seu pouco convívio
Com as letras,
O” King” Eusébio
Tinha um talento
Nato
Pela bola,
Uma paixão frívola,
Singela,
Pela “coisa” que rola,
Que começou desde a sanzala,
Coisa que Encanta
E brilha
Para quem a olha
E escuta
Quem a descreve e relata.
VIII
Oxalá
Que a bola
Continue a rolar em cada ruela
De cada sanzala,
De cada vila!
Que venham m ais “Eusébios”
Génios,
Sem “ micróbios”,
Mais solidários,,
Fraternos
E humanos
Nos seus tronos,
Nos seus reinos,
Mesmo nos grandes centros urbanos!
X
BEM HAJA MAIS “EUSÉBIOS”
NOS SEUS DESÍGNIOS !!!
CATUJAL (DOMINGO- 11H45 MINUTOS), 05 DE JANEIRO DE 2014.
KANKAMBAL MATTOS (NDO) - O PAÍS CHORA
O SEU “ PANTERA
NEGRA”
I
O século
Vinte
Chama a morte
Mais um símbolo!
II
Desta vez,
É o Eusébio,
O génio
Do futebol nacional
E mundial.
III
Partem
O maiores
Os melhores;
Ficámos mais pobres.
IV
A morte
Não escolhe
O seu dote,
Toda a gente
Lhe serve
Como acompanhante.
V
A sua humildade,
A sua humanidade,
Era evidente
Aos olhos de toda a gente;
A amizade,
A camaradagem
De homem
Para homem,
A familiaridade,
Eram os requisitos,
Por assim dizer, os atributos
Da sua personalidade,
Sinónimos de vários epítetos.
VI
Portugal
Rende a homenagem
A este grande homem
Que fez “raiar”
A sua bandeira
Inúmeras vezes,
Fazendo delirar
Muitos e milhares de Portugueses.
VII
Em cada canto
Deste Portugal
A beira-mar
Plantado,
Ouve-se o clamar
Do pesar
Pela morte
Do rei do futebol,
A referência
Constante
Na história
Portuguesa
No domínio futebolístico,
O mítico
Na literatura
Nacional
E internacional.
VIII
O Eusébio
Amava
A vida
Ainda
Que o seu perónio
Tivesse recebido pancada
Na época
Em que alinhava
No Benfica
E na Seleção Nacional;
Um génio
Um jogador
Fenomenal
Um homem extraordinário,
Um lendário
Indelével para Portugal.
IX
Ele amava
A família,
Amava
Os amigos,
Indignava-se passava
Ao seu redor,
Porque tinha amor
À mãe,
À mulher,
Às filhas,
Os netos
E a todos
X
O Eusébio
Não compreendia
O mundo!
Não entendia
O mundo!
Tinha o seu estilo
Próprio;
Recusava o título
Do melhor,
Do maior,
Do símbolo,
Porque tudo
O que fazia,
Fazia-o com amor,
Dedicação,
Devoção
E orgulho
Como um bom filho.
X
Aos familiares,
Os meus sentidos
E profundos
Pêsames,
Pela perda brusca
Da sua âncora,
O “PANTERA
NEGRA
Como também da do Benfica
E da Seleção Nacional.
XII
O Pantera
Negra
Será
Sempre lembrado
Eternamente
Por todos os portugueses,
Como o são da Amália Rodrigues,
Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
E tantos outros
Que fizeram de Portugal
Décadas ou séculos de ouro
Em vários aspetos.
CATUJAL (DOMINGO- 1º HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO) - O PAÍS CHORA
O SEU “ PANTERA
O PAÍS CHORA
O SEU “ PANTERA
NEGRA”
I
O século
Vinte
Chama a morte
Mais um símbolo!
II
Desta vez,
É o Eusébio,
O génio
Do futebol nacional
E mundial.
III
Partem
O maiores
Os melhores;
Ficámos mais pobres.
IV
A morte
Não escolhe
O seu dote,
Toda a gente
Lhe serve
Como acompanhante.
V
A sua humildade,
A sua humanidade,
Era evidente
Aos olhos de toda a gente;
A amizade,
A camaradagem
De homem
Para homem,
A familiaridade,
Eram os requisitos,
Por assim dizer, os atributos
Da sua personalidade,
Sinónimos de vários epítetos.
VI
Portugal
Rende a homenagem
A este grande homem
Que fez “raiar”
A sua bandeira
Inúmeras vezes,
Fazendo delirar
Muitos e milhares de Portugueses.
VII
Em cada canto
Deste Portugal
A beira-mar
Plantado,
Ouve-se o clamar
Do pesar
Pela morte
Do rei do futebol,
A referência
Constante
Na história
Portuguesa
No domínio futebolístico,
O mítico
Na literatura
Nacional
E internacional.
VIII
O Eusébio
Amava
A vida
Ainda
Que o seu perónio
Tivesse recebido pancada
Na época
Em que alinhava
No Benfica
E na Seleção Nacional;
Um génio
Um jogador
Fenomenal
Um homem extraordinário,
Um lendário
Indelével para Portugal.
IX
Ele amava
A família,
Amava
Os amigos,
Indignava-se passava
Ao seu redor,
Porque tinha amor
À mãe,
À mulher,
Às filhas,
Os netos
E a todos
X
O Eusébio
Não compreendia
O mundo!
Não entendia
O mundo!
Tinha o seu estilo
Próprio;
Recusava o título
Do melhor,
Do maior,
Do símbolo,
Porque tudo
O que fazia,
Fazia-o com amor,
Dedicação,
Devoção
E orgulho
Como um bom filho.
XI
Aos familiares,
Os meus sentidos
E profundos
Pêsames,
Pela perda brusca
Da sua âncora,
Como também da do Benfica
E da Seleção Nacional.
XII
O Pantera
Negra
Será
Sempre lembrado
Eternamente
Por todos os portugueses,
Como o são da Amália Rodrigues,
Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
E tantos outros
Que fizeram de Portugal
Décadas ou séculos de ouro
Em vários aspetos.
CATUJAL (DOMINGO- 1º HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
NEGRA”
I
O século
Vinte
Chama a morte
Mais um símbolo!
II
Desta vez,
É o Eusébio,
O génio
Do futebol nacional
E mundial.
III
Partem
O maiores
Os melhores;
Ficámos mais pobres.
IV
A morte
Não escolhe
O seu dote,
Toda a gente
Lhe serve
Como acompanhante.
V
A sua humildade,
A sua humanidade,
Era evidente
Aos olhos de toda a gente;
A amizade,
A camaradagem
De homem
Para homem,
A familiaridade,
Eram os requisitos,
Por assim dizer, os atributos
Da sua personalidade,
Sinónimos de vários epítetos.
VI
Portugal
Rende a homenagem
A este grande homem
Que fez “raiar”
A sua bandeira
Inúmeras vezes,
Fazendo delirar
Muitos e milhares de Portugueses.
VII
Em cada canto
Deste Portugal
A beira-mar
Plantado,
Ouve-se o clamar
Do pesar
Pela morte
Do rei do futebol,
A referência
Constante
Na história
Portuguesa
No domínio futebolístico,
O mítico
Na literatura
Nacional
E internacional.
VIII
O Eusébio
Amava
A vida
Ainda
Que o seu perónio
Tivesse recebido pancada
Na época
Em que alinhava
No Benfica
E na Seleção Nacional;
Um génio
Um jogador
Fenomenal
Um homem extraordinário,
Um lendário
Indelével para Portugal.
IX
Ele amava
A família,
Amava
Os amigos,
Indignava-se passava
Ao seu redor,
Porque tinha amor
À mãe,
À mulher,
Às filhas,
Os netos
E a todos
X
O Eusébio
Não compreendia
O mundo!
Não entendia
O mundo!
Tinha o seu estilo
Próprio;
Recusava o título
Do melhor,
Do maior,
Do símbolo,
Porque tudo
O que fazia,
Fazia-o com amor,
Dedicação,
Devoção
E orgulho
Como um bom filho.
XI
Aos familiares,
Os meus sentidos
E profundos
Pêsames,
Pela perda brusca
Da sua âncora,
Como também da do Benfica
E da Seleção Nacional.
XII
O Pantera
Negra
Será
Sempre lembrado
Eternamente
Por todos os portugueses,
Como o são da Amália Rodrigues,
Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
E tantos outros
Que fizeram de Portugal
Décadas ou séculos de ouro
Em vários aspetos.
CATUJAL (DOMINGO- 10 HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.
KANKAMBAL- MATTOS (NDO) - A todos, quero com poucas poalavras, desejar do fundo coração, os meus votos de um própspero Ano Novo, saúde e felicidades. Divirtam-se intensa e jubilosamente enquanto sentirem o pulsar do sangue, com juizo e moderação . Que Deus ilumine os vossos caminhos na caminhada quotidiana, com certeza porém, mesmo com as dificuldades, a vossa determinação, teimosia e persistência, mudarão a direção dos acontecimentos. Bem haja 2o14! "NDO".
PUBLICAÇÕES DE AMIGOS
· 2014
2013
2013
- #mexico #guadalajara #guardianangel #anjodaguarda #family #miracle #milagro #lavieestbelle #cestlavie #vivirlavidaloca #livinglavidaloca #bestwishes #lifeisshort #enjoyeachandeverysecond #dowhathevermakesyouhappy #happynewyear #newyearseve ... Ver mais— com Duka Sammy e 48 outras pessoas.
- NELSON
"A SON"
QUE PARTE
INOCENTE !
I
Adeus
E diretamente aos céus,
É o desejo de todos os seus,
BABA
MADIBA!
II
Inclinámo-nos,
Nós
Os humanos
Pequenos,
Perante os seus dons
E nos bombolons ,
Emitimos os sons
De agradecimentos
Aos seus feitos
Nesta
Terra,
Neste planeta
Que encerra
O capitulo,
O símbolo
Mais sublime,
O charme
Que encanta
Qualquer
Ser
Enquanto está a viver!
III
A África
Fica
Mais pobre
Quando alguém,
Um homem
Como tu ,MADIBA,
Nosso baba,
Morre,
Parte
Para outra parte
Que designamos de morte!
IV
No entanto,
Estamos confiantes
Que os ensinamentos
Que nos deixou
Irão guiar-nos para novos horizontes
Que dão ênfase ao sujeito,
Ao ser humano
Digno
Desse nome,
Sem vexame
E humilhação
Na sua condição.
V
Adeus,
Madiba!
Que Deus
O receba
Em paz e sossego
No seu abrigo!
A sua doutrina
Continuará a guiar
E a orientar a nossa sina!
Que a paz
Seja o que se faz
Em prol
Do homem,
O farol
Acesso
Para o progresso
De todas as nações
Em cada paragem;
A felicidade
Do indivíduo
Em qualquer
Subúrbio
De qualquer
Sociedade,
Sem exceções.
VI
O seu sorriso
Imenso,
É o berço,
O passo
Que permite o laço,
O perdão
De cada coração
A quem o impôs a submissão,
À escravidão,
À opressão
À tortura
E a cegueira.
VII
Faremos da tua bondade,
Da tua humildade,
A nossa catequese,
A prece
Diária
Na nossa convivência,
Sobretudo da juventude,
A esperança da humanidade!
VIII
Que a sua alma,
A chama
Que tanto brilhou
E encantou
O mundo,
Descanse em paz!!!
CATUJAL ( DOMINGO, 16H30 MINUTOS), 15 DE DEZEMBRO DE 2013.
KANKAMBAL (NDO) - A TERRA
TREME;
A PALMEIRA
VESTE-SE DE NEGRUME
I
A morte
Deste
Gigante,
Cujo semblante
Estava sempre radiante,
É o dia
Em que irradia
Em cada coração,
De cada cidadão,
Uma mescla
De alegria
E de melancolia,
Pois, parte
Alguém,
Um homem
Tão empolgante
E importante
Pela sua coragem,
Como Nelson Lolilhlahla
Mandela,
"Madiba",
Como há muito o apelidei de "baba",
A estrela
Que iluminou
E guiou
O mundo
Ao longo
De muitas décadas!
II
Epítetos
Vindos de vários cantos
Do mundo,
Lembrando
Essa figura ímpar na História da humanidade,
Pela sua combatividade,
Pondo
E comparando-o com os santos,
Não só pela sua magnanimidade
E bondade,
Pugnando
Pela justiça ,
Pela liberdade,
Pela igualdade,
Pela tolerância,
Paz e democracia
No seu próprio país
E em todo
O mundo.!
III
O seu coração
Admitiu o perdão,
A remissão
Para todos
Sem exceção,
Mesmo para os que o encarceraram
E torturaram
Ao longo de mais de 27 anos,
Para a construção
Da grande Nação
Sul-africana
Coesa e una!
IV
As vozes
De todo
O mundo,
Gritam mil vezes:
O eterno
Descanso
Do grande obreiro
E pioneiro
Sul-africano,
O baluarte
Dos direitos humanos,
O tambor,
O emissor
Do amor
Em cada continente!
V
Sentimo-nos
Cidadãos
Órfãos,
Mas regozijamo-nos
Pelo trabalho,
Pelo brilho
Do legado
Que nos foi deixado
Pelo nosso “baba”,
O “Madiba,
Que, com a graça de Deus,
Iremos trilhar os mesmos caminhos,
Desbravando espinhos,
Para concretizamos os seus sonhos:
“ A FELICIDADE
E A DIGNIDADE
DA PESSOA HUMANA”.
Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio Sobral (6ª-feira, 13h45 minutos), em Sobral de Monte Agraço,06 de Dezembro de 2013.
KANKAMBAL (NDO) - A ESTRELA
EXTINGUIU-SE;
NELSON MANDELA
DESPEDIU-SE!
I
O mundo
Inteiro
Está agora
Privado
De um dos vultos
Mais importantes
Do século XX,
O símbolo
Da Liberdade,
Da luta
Pela Justiça,
Pela Democracia
E pela Paz!
II
Mas a luta
De um Grande Homem,
Não acaba
Com o seu desaparecimento
Físico;
O “Madiba”
Vai continuar
A inspirar
Os homens
De bons
Corações;
Homens que lutem
Para tornarem
Real
O seu ideal.
III
Todos os homens
Pequenos,
Devem aspirar,
Ambicionar
Projetos/”coisas” grandes
Como os da Mandela,
A estrela
Que iluminou o Mundo
Durante quase um século.
IV
Foi com a grande consternação
Que acabo de saber,
Através dos meios de comunicação,
Que o “Madiba”
Acaba
De morrer,
De desaparecer
Fisicamente,
Deixando
O mundo
Mais “deficiente”,
Mais carente.
V
Como cidadão comum
Atento ao problema de cada um,
Não podia estar indiferente
À esta notícia tão triste,
De endereçar as minhas mais vivas condolências
A família deste
Grande líder mundial,
Internacional
E a todos os progressistas do mundo inteiro,
Nesta hora de “choro”.
VI
A obra de Nelson,
Continuará a ter som
No coração
De cada cidadão.
A todos, pelo “ MADIBA”
ARRIBA!!!
CATUJAL ( UNHOS, 22H3O MINUTOS- 5ª –FEIRA), 05 DE DEZEMBRO DE 2013.
MATTOS (NDO) - POR - TU - GAL baby!!!!!!
Wooooohoooooooooo!!!!
Ana Sofia Nunes, Susana Silva, André Demóstenes Do Rosário, Sandra Tomás, Catarina Ferreira, Fernando Matos Ferreira, Khalifa Hulla Hulla,Duka Sammy, Neuzanda Ferreira, N'Phil Patchoo N'desmé,
Par les Français, réveillez-vous les garçons!
C'est plus que tendu les loulous... — com Joaquim Batica. - PRIOR VELHO
CHAMA-ME
I
Vinte e seis anos,
Aproximadamente,
O Prior Velho
Acolheu-me!
II
Vinte e seis anos,
Senti-me
Como filho
Do Prior
Velho,
Com amor
e muito orgulho!
III
Chegou a hora
De me ir embora,
Estar fora
Do Prior Velho,
Mas no mesmo concelho.
IV
É a altura
De prestar a minha sublime
Homenagem,
Com coragem
De homem
De honra
A esta bela,
Singela
E ditosa
Vila
Portuguesa
No coração de Lisboa,
Por toda a alegria
E mágoa.
V
Oh! Prior Velho!
Se hoje valho
Pelo trabalho,
Pelo trilho,
Mesmo com falho,
Devo tudo isso
Ao seu abraço,
Ao regaço.
Que me tem sido
Dado.
VI
Assisti a sua germinação,
Assisti a sua desagregação!
Fui o promissor da habitação
Da Quinta da Serra,
Onde tudo acontecera
Sem a complacência da Câmara de Loures,
Nos arredores
De Lisboa.
VII
A tudo
Vi,
A tudo
Consenti,
Tanto as construções
Das barracas,
Bem como as demolições
Com intrigas,
Brigas
E "futricas".
VIII
O Prior Velho
Manteve-se no mesmo sítio,
Vendo cada filho
A partir à demanda
Do prémio
Da vida
Noutros
Bairros:
Urbanização do Terraço da Ponte,
Camarate,
Fetais,
Portela de Sacavém,
Apelação,
Catujal,
Unhos,
Etc, etc.
IX
Alguns, os infelizes,
Àqueles que a Câmara
Excluiu do PER,
Alegando as suas razões obscuras e injustas,
Ficaram nas barracas legalizadas
Da vila,
Nos anexos,
Nas "Villas,
Nos "concós”.
X
Nestes últimos,
Me incluo,
Com a diferença
De ter vivido
Nos "palácios”,
No luxo
Que o PROHABITA
Prometera,
Tinha prometido
Suportar as despesas!
XI
Uma pura
Ilusão
Do Coração
Que se deixa cair na mentira
Da Câmara
E se embala no caminho
Do sonho!
XII
Catujal
É agora
O bairro
Onde "Kankambal"
Procura
O soro
Natural.
XIII
PV City
Onde fui mui happy,
Despeço-me
De forma
Não muito airosa,
No fundo da minha alma.
CATUJAL (DOMINGO, 12H05 MINUTOS), 10 DE NOVEMBRO DE 2013.
KANKAMBAL (N

























































