quarta-feira, 25 de novembro de 2009

A dinâmica da história



Eis o percurso através do qual pretendo embrenhar-me nas entranhas fulcrais da História.




Uma história que se pretende viva, activa, convidativa, participativa,interactiva, dinâmica, rica, cívica, interessante em cada instante por cada sujeito consoante o seu talento, o seu ser no viver quotidiano humano.




Ensinar História é transpormo-nos no tempo e no espaço as vivências e experiências das gerações antecedentes, apropriarmos do capital coerente, eficiente que fizeram as civilizações progredir e prosseguir na senda do progresso e do sucesso, e, consequentemente, contribuir decisivamente para as gerações vindouras possam vir a usufruir convenientemente
as realizções que hoje nos propomos.



Ensinar a história com alegria, incutir a euforia na adolescência para e pela vivência diária, eis os objectivos que me empelem, orientam e emanam nessa senda delicada do processo ensino-aprendizagem.




A historia, deveria ser, acima de tudo, uma disciplina que ensina, orienta cada ser no que quer ser, com o intuito do seu desenvolvimento integral, bem como da sua realização pessoal e profissional no contexto comunitário em que se imsere.




Que venham críticas comstruti-tivas que me fazem pular ao falar com adolescentes interessantes , participativos e responsáveis por cada aula, pela escola, pela sua comunidade e pela sua sociedade.

REFLEXÕES SOLTAS

Um dia, ainda pequeno, sonhei ser útil a alguém, à minha comunidade, à minha sociedade!
Parti para luta, desde uma minúscula aldeola nos confins da antiga colónia portuguesa, actual Guiné-Bissau. A preocupação do meu" baba", meu pai, foi sempre fazer da minha pessoa um grande homem à semelhança do seu pai, o meu avô Khalifane. Pagar na mesma moeda o sacrifício de todos aqueles que pretendiam que tivesse um bom ofício para o benefício da minha "tabanca".

Durante a guerra colomial , saí de Kantoma, aldeia situada na região de Quínara, sul da Guiné-Bissau, para Empada, Bolama, Bissau, Pelundo e finalmente em Teixeira Pinto, actual Canchungo. Desta terra, na região de Cacheu, no Norte do país, cresci graças à benevolência e à humanidade de um grande homem, o régulo do chão manjaco, o Excentíssimo Joaquim Baticã Ferreira, bárbaramente assassinado pelo poder selvático, corrupto e desumano do P.A.I.G.C.

Um grande Homem com qualidades excepcionais , que só sabia semear o amor, a amizade, a solidariedade, a camaradagem, a paz, o altruísmo, a fraternidade e, acima de tudo, o diálogo franco e aberto!




Aqui estou sentado numa acção de formação com o mesmo desiderato: aprender para servir melhor a minha comunidade em particular e, em geral, ao meu semelhante!