I
Mais cedo,
Ou mais tarde,
Estimado ou odiado,
O sr. Ndo, Com celeridade
É afastado,
É corrido
Deste sítio,
Deste convívio,
Porque simplemente
É contratado
Porque desta casa,
Não faz parte,
Porque uma pessoa intrusa,
Estranha,
Que o Ministério
De vez em quando
Apanha.
II
As amizades
Criadas,
Verdes,
Cimentadas
Ao longo de dois anos,
São desfeitas,
Deixando
Assim, bons alunos,
Educados
E estimados !
III
Chegou o Verão,
Já não serão
Necessários
Os contratados,
Pois, os efectivos
Farão
Mais sacrifícios
Os executivos
Sob o olhar atento do Ministério
E,assim,
Serão recompensados !
IV
Para o próximo ano lectvo,
O Conselho Executivo,
Chutou
O que não prestou
E o mandou
A passear,
Melhor dito, bronzear!
V
Hoje, Arrumei tudo:
O dossiê
De materiais colocado
No armário do grupo;
Organizei o o P.IA
Do oitavo G;
Fui à secretaria
Pedir o nº do processo do Pedro Lopes
E recolhi os meus recibos
Com quinhentos
E cinquenta Euros
Cada mês!!!
VI
Apeteceu-me reflectir
E escrever
Na altura
Do ir
Embora,
Sobre o que tenho agora
A fazer,
Para não perecer,
Devido Tanta
Coisa
Na minha massa
Cinzenta !
VII
Dos colegas
Me despedi
E apenas
Lhes pedi
Que não me esquecessem
Mesmo que estivessem
Bem distantes
Noutras partes.
VIII
Ao Filipe Neves,
À Patrícia Soares,
À Noémia,
À Ana Paula,
À Manuela,
Ao José Romão
E a todos,
Os amigos
Que adquiri nesta escola,
Os meus sinceros
E verdadeiros
Agradecimentos
Do fundo do coração,
Pelas ajudas e contributos
Que me deram
E prestaram!
IX
Parto
Com uma mmissão
Cumprida
Desta escola,
E com a consciência tranquila
Do dever do cidadão
Em cada momento!
X
A vida
Ensinou-me a partir
Como um"nómada"
Quando esscaseia alimento
E ir,
À demanda
De algo útil para o sustento,
Algo que garanta a sobrevivência
Em qualquer circunstância,
Pois, sempre defendi
E aprendi
A sobreviver,
A remar,
" Parar,
É morrer" !!!
ESCOLA SECUNDÁRIA/3 PADRE ALBERTO NETO, 22 DE JULHO DE 2011.
QUELUZ(6ª-FEIRA, 19H4O MINUTOS) MATTOS ( NDO )
sexta-feira, 22 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Como o pobre/ sofre/
I
Farrapo
Pelo tempo
Pelo sol do campo,
Com o corpo
Sempre a cavar,
Sempre a pagar,
Sempre a levar
No Focinho,
Pelo que até hoje
Ainda Não tenho
Nem uma única lage!
II
O pobre,
Que alguém sempre fere;
Pelo que sofre
Dia
Após dia,
Entrando sempre em agonia,
Porque a letargia
É a psicologia
Que resolve a monotonia
Daquele que já não tem alegria,
Porque a harmonia
Do seu ser,
Deixou de ser
No seu viver!
III
Só dele se lembram,
Quando as coisas se vibram,
Quando as coisas se aquecem,
No momento que as coisas se mexem,
E dele se tecem.
IV
Nos confins
Da paciência,
A nossa consciência
Cívica
E patriótica,
Aceita as austeridades
Do novo governo português,
Se se realmente queremos
Sair da nossa pequenêz,
Com os cortes
Nos subsídios de Natal.
V
Os pobres
Que até são nobres
Por nascimento,
Normalmente padecem de sofrimento
Pelo facto
De não serem
Livres
De sonharem
Com um tecto,
De terem
Alimento
Em determinado momento...!
VI
Há um autor,
Que não é um impostor,
Que sonha com um motor
Que não precisa de um condutor,
Mas apenas impressionar um leitor
Como um cantor
Que inflama o seu público
Quando está imponente
E vibrante
No palco.
VII
Um soldado,
Um comando,
Chamado Fernando,
Simplesmente Ferreira,
Neto de Quínara,
Terra
Onde o pai nascera,
Depois de jurar a bandeira
No passado
Mês de Março,
Fez um pequeno esforço
A fim de tirar um curso
De comando
Em Junho,
O seu grande sonho,
A família em peso!
VIII
Do seu "fanado",
Já o "Bambarran" brilhantou
E fez um grande show,
O Fernando
Fez-se comando,
Deixando
"Ndo"
Todo
"Babado"
IX
Coragem,
Detrminação,
Fidelidade,
Patriotismo,
Obediência,
Eis os paradigmas
Que orientam um bom comando,
Servindo
À sua sociedade
E a toda a comunidade.
X
Que a Providência
Lhe dê
A saúde,
A consciência
E a ciência
Para bem servir a sua pátria,
Meu querido António
No seu grande desígnio !
ESPAN, 01 DE JULHO DE 2011.
MATTOS ( NDO )
Farrapo
Pelo tempo
Pelo sol do campo,
Com o corpo
Sempre a cavar,
Sempre a pagar,
Sempre a levar
No Focinho,
Pelo que até hoje
Ainda Não tenho
Nem uma única lage!
II
O pobre,
Que alguém sempre fere;
Pelo que sofre
Dia
Após dia,
Entrando sempre em agonia,
Porque a letargia
É a psicologia
Que resolve a monotonia
Daquele que já não tem alegria,
Porque a harmonia
Do seu ser,
Deixou de ser
No seu viver!
III
Só dele se lembram,
Quando as coisas se vibram,
Quando as coisas se aquecem,
No momento que as coisas se mexem,
E dele se tecem.
IV
Nos confins
Da paciência,
A nossa consciência
Cívica
E patriótica,
Aceita as austeridades
Do novo governo português,
Se se realmente queremos
Sair da nossa pequenêz,
Com os cortes
Nos subsídios de Natal.
V
Os pobres
Que até são nobres
Por nascimento,
Normalmente padecem de sofrimento
Pelo facto
De não serem
Livres
De sonharem
Com um tecto,
De terem
Alimento
Em determinado momento...!
VI
Há um autor,
Que não é um impostor,
Que sonha com um motor
Que não precisa de um condutor,
Mas apenas impressionar um leitor
Como um cantor
Que inflama o seu público
Quando está imponente
E vibrante
No palco.
VII
Um soldado,
Um comando,
Chamado Fernando,
Simplesmente Ferreira,
Neto de Quínara,
Terra
Onde o pai nascera,
Depois de jurar a bandeira
No passado
Mês de Março,
Fez um pequeno esforço
A fim de tirar um curso
De comando
Em Junho,
O seu grande sonho,
A família em peso!
VIII
Do seu "fanado",
Já o "Bambarran" brilhantou
E fez um grande show,
O Fernando
Fez-se comando,
Deixando
"Ndo"
Todo
"Babado"
IX
Coragem,
Detrminação,
Fidelidade,
Patriotismo,
Obediência,
Eis os paradigmas
Que orientam um bom comando,
Servindo
À sua sociedade
E a toda a comunidade.
X
Que a Providência
Lhe dê
A saúde,
A consciência
E a ciência
Para bem servir a sua pátria,
Meu querido António
No seu grande desígnio !
ESPAN, 01 DE JULHO DE 2011.
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