1. A ÉPOCA
    FANTÁSTICA
    DO BENFICA

    I

    A confiança,
    A esperança,
    Mesmo na desgraça,
    Nos lança 
    Para mais trajetórias
    Para mais vitórias,
    E,
    Consequentemente,
    Para mais alegrias,
    A fim de esquecermos
    As feridas,
    As derrotas
    Remotas,
    Passadas
    E acreditar,
    Acreditar
    Sempre em mais conquistas.

    II

    Simplesmente
    Triplete,
    A época
    Futebolística
    Do Benfica
    Foi fantástica,
    Para não dizer, heróica,
    Apesar dos desaires
    E momentos piores
    Que atravessou
    No ano passado.

    III

    O Benfica
    E a todos os que, direta ou indiretamente
    Estão envolvidos no seu grande projeto,
    A Direção,
    Nunca desistiram,
    Nunca baixaram
    As cabeças,
    Persistiram
    E sempre acreditaram
    Nas suas forças
    Intrínsecas
    E extrínsecas,
    Até a esse momento imemorável,
    Indelével
    Na história do Clube.

    IV

    Infelizmente,
    Não nos foi possível alcançar,
    Atingir o objetivo europeu!
    Mas, batemo-nos
    Como grandes combatentes
    Em todas as frentes
    E embates!

    V

    Orgulhamo-nos
    Por tudo o que o Benfica demonstrou
    E provou
    A todos
    E em todos os lados,
    Ainda que tenhamos deixar fugir
    O objetivo europeu.
    Ontem erguemos mais um troféu
    A juntar tantos outros
    Da glória do clube.

    VI

    O Benfica
    É uma grande lição
    Para todos,
    Como dizia um grande homem.
    Nunca se deve desistir
    Por mais que as coisas
    Nos parecem negras.
    Para quem no ano transato
    Não conseguiu cumprir nenhum projeto
    Que tinha proposto,
    É de louvar a combatividade
    E a confiança
    Na sua força,
    Por essa mística,
    Que se chama Benfica.

    VI

    Escrevi,
    Escrevo
    E escreverei
    Sobre o meu Benfica
    Por e para todos os momentos,
    Maus e bons,
    De derrotas
    E de vitórias,
    Pois, a escrita
    É a minha sina,
    A porta
    Aberta
    Que me ensina
    E mostra a senda
    Da vida.

    VII

    As derrotas
    Trucidam os nossos pulmões,
    Os nossos corações;
    Decapitam as nossas costas!
    Foi assim
    Na derrota de Turim!
    Nem quero lembrar –me
    Desse nome!
    Mas tenho que me recompor
    Como adepto
    De suor,
    E estar sempre com rigor,
    Vigor
    E sempre pronto,
    Para qualquer confronto
    De momento.

    Viva o Benfica
    De que se fala
    Nesta época
    Como estrela
    Que brilha
    E espalha
    o seu brilho
    em cada soalho!

    Viva os campeões
    De todas as paixões,
    De todas as gerações
    E de todas as Nações!

    Findámos a época
    De ouro,
    Com tenacidade:
    Campeonato Nacional,
    Taça da Liga
    Taça de Portugal!
    A conquista total
    A nível Nacional!

    Catujal (domingo - 22horas), 18 de Maio de 2014.

    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  2. ESTAS
    DUAS
    CONQUISTAS,
    SÃO BONS SINAIS
    PARA AS DUAS
    FINAIS

    I

    Benfica
    Estica
    Para mais taças
    Para corroborar
    E para provar
    As suas proezas
    Como uma grande equipa
    Desta época.

    II

    É o meu dever
    Escrever
    Sempre
    Sobre o meu Benfica
    Em todos os momentos,
    Em todos os cantos,
    Porque é uma equipa
    Do meu coração,
    É a minha maior paixão.

    III

    Rapazes
    Audazes,
    Sóis capazes
    De ultrapassar
    Todas as fases
    Com determinação,
    Afinco
    E muito empenho.

    IV
    Estais no bom caminho
    Para alcançar o sonho
    Almejado e proposto!
    Continuem
    Assim
    Até ao fim,
    Para o nosso bem,
    Para o nosso grande projeto!

    V

    Confiança
    Para mais uma taça,
    Mais uma peça
    Que enriqueça
    O nosso espólio,
    Que fortaleça
    O nosso Estádio,
    A nossa fenomenal
    Catedral.

    VI

    Parabéns,
    Meus grandes homens!
    A conquista
    Da taça da Liga,
    Demonstra a vossa grande entrega,
    A vossa heróica luta;
    É a prova da vossa grande raça!

    BEM HAJA
    O NOSSO GRANDE BENFICA,
    QUE ALEGRA A TODOS OS BENFIQUISTAS!

    CATUJAL ( 23HORAS- 4ª-FEIRA), 07 DE MAIO DE 2014.

    KANKAMBAL ( NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  3. TURIM,
    NÃO SERÁ O FIM,
    MAS SIM,
    O TRAMPOLIM

    I

    Jesus,
    Até queria voar,
    Se tivesse 
    Asas
    Como a águia
    Vitória,
    Pela alegria
    De ontem,
    Homem
    Que se diz
    Feliz.

    II
    Mas como ele próprio costuma
    Dizer:

    É preciso
    Calma,
    Juízo;
    Nada
    Está ainda
    Ganho.
    Estamos
    Ainda
    No caminho;
    Temos
    Um longo percurso
    A percorrer”
    III
    TURIM.,
    Não será o fim,
    Mas sim,
    O trampolim
    De balizas
    Para taças e taças
    Para ambições
    Dos campeões.
    IV
    Acredito
    No grande projeto
    Do Benfica
    Nesta época.
    Existe o mito
    Remoto,
    Com o trajeto,
    Rumo ao um bom porto.

    V

    Se
    Benze
    Para o dia catorze!
    Que nos traga
    A taça
    Para compensar a praga,
    A desgraça
    Do ano passado,
    Que foi tão negro e assombrado.

    VI

    É preciso
    Sempre
    Muito trabalho,
    Perseverança
    E esperança,
    Como uma equipa
    De raça
    Na Europa,
    De muito brilho,
    Que sempre
    Nos enche
    De orgulho,
    Nos preenche
    O espaço
    Em cada página
    Da nossa tribuna,
    Marco
    E traço
    Caraterístico
    Da águia
    Vitória
    Que nos plasma de glória.
    VII

    Ó Benfica,
    Que cada um evoca,
    Continuaremos
    A entoar
    O teu hino,
    Continuaremos
    A tocar
    O sino
    Da tua catedral
    Após cada final,
    Pois, enche-nos de júbilo
    Em cada golo,
    E marcharemos
    Cada vez
    Que nos dás vitória,
    Alegria,
    Rumo ao Marquês
    De Pombal.

    ARRUDA DOS VINHOS (14H40 MINUTOS, SEXTA-FEIRA), 02 DE MAIO DE 2014.
    KANKANBAL (NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  4. Fernando Matos Ferreira
    1 h •

    O BENFICA
    É REALMENTE
    O MAIOR !

    O Benfica
    Está na final
    Da Liga Europa.
    Há heróis
    Na face da Terra!
    Os jogadores
    Do Benfica
    Demonstraram
    Provaram a todos
    Que têm garras!
    A final espera por nós!
    Benfiquistas de todas as idades,
    Apoiemos o nosso Benfica
    No nosso âmago.
    Voltarei a falar do nosso Benfica
    Brevemente,
    Pois, o coração
    Está ainda em ebulição.
    01/05/2014
    "NDO"
    Gosto ·  · Promover · 
  5. O BENFICA
    É REALMENTE
    MAIOR!

    O Benfica
    Está na final
    Da Liga Europa.
    Há heróis
    Na face da Terra!
    Os jogadores...
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  6. Fernando Matos Ferreira 25 s
    OLÁ,
    PESSOAL
    EM GERAL,

    E LÁ !...
    Olá
    Pessoal
    Em geral,
    ...
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  7. OLÁ,
    PESSOAL
    EM GERAL,

    E LÁ !...
    Olá
    Pessoal
    Em geral,

    E cá,
    Do Catujal,
    Em especial,
    É tempo de poupança,
    Porque a receita
    É restrita,
    É pequenita
    E não suporta
    A despesa
    Que se gasta
    Em excesso
    Ou ao acaso.
    É tempo
    De moderação
    E decisão
    Do tipo
    Keynesiano
    Para conseguir
    O ganho
    No amanho
    De cada ano,
    De cada mês,
    De cada dia,
    Através
    Da perícia,
    Da inteligência
    E ousadia.
    A experiência ensinou-me
    E ensina-me
    Mostrou-me
    E mostra-me
    A via
    Para não repetir
    O erro
    Cometido
    No passado
    E partir
    Do zero.
    A receita
    Não dá mais para festa
    O salário mensal
    Mal
    Chega para o leite, o açúcar, o sal,
    O arroz…
    Que nós
    Consumimos
    No nosso dia
    A dia.
    É tempo
    Do corpo
    Magro,
    Do espírito austero,
    Para suportar o avalanche
    De cada tranche
    Que a “Troika”
    Nos dá e saca
    Ao mesmo tempo.
    O amanhã
    Não se apanha
    Como (com) uma senha
    Oferecida
    E dada
    Pela vizinha
    Que nos apadrinha.
    Sigamos o caminho
    Do sonho,
    Porque só ele faz cada um risonho,
    Apto a seguir em frente
    Sem curvar perante
    Qualquer embate.
    Esse caminho,
    O espinho
    Quotidiano
    De cada humano,
    Que o Sr. “Ndo”
    É obrigado
    A percorrer,
    Enquanto viver
    Como um ser.
    O fardo
    Do Sr. “Ndo”,
    É o fado
    Dado
    No primeiro dia do seu nascimento
    Como manto
    Que lhe foi imposto
    Após o seu primeiro grito,
    Após o seu primeiro gemido
    Como criatura
    Na Terra.
    Estas
    São as reflexos soltas,
    Muitas das vezes impostas
    Pelas circunstâncias
    Imprevistas
    Nas ocasiões de inércias.
    A inspiração
    No momento em que o Benfica
    Se preparava para jogar com
    Jogava a Juventus,
    Para a Liga Europa.
    CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
    KANKAMBAL (NDO)
    OLÁ,
    PESSOAL
    EM GERAL,

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    Olá
    Pessoal
    Em geral,

    E cá,
    Do Catujal,
    Em especial,
    É tempo de poupança,
    Porque a receita
    É restrita,
    É pequenita
    E não suporta
    A despesa
    Que se gasta
    Em excesso
    Ou ao acaso.
    É tempo
    De moderação
    E decisão
    Do tipo
    Keynesiano
    Para conseguir
    O ganho
    No amanho
    De cada ano,
    De cada mês,
    De cada dia,
    Através
    Da perícia,
    Da inteligência
    E ousadia.
    A experiência ensinou-me
    E ensina-me
    Mostrou-me
    E mostra-me
    A via
    Para não repetir
    O erro
    Cometido
    No passado
    E partir
    Do zero.
    A receita
    Não dá mais para festa
    O salário mensal
    Mal
    Chega para o leite, o açúcar, o sal,
    O arroz…
    Que nós
    Consumimos
    No nosso dia
    A dia.
    É tempo
    Do corpo
    Magro,
    Do espírito austero,
    Para suportar o avalanche
    De cada tranche
    Que a “Troika”
    Nos dá e saca
    Ao mesmo tempo.
    O amanhã
    Não se apanha
    Como (com) uma senha
    Oferecida
    E dada
    Pela vizinha
    Que nos apadrinha.
    Sigamos o caminho
    Do sonho,
    Porque só ele faz cada um risonho,
    Apto a seguir em frente
    Sem curvar perante
    Qualquer embate.
    Esse caminho,
    O espinho
    Quotidiano
    De cada humano,
    Que o Sr. “Ndo”
    É obrigado
    A percorrer,
    Enquanto viver
    Como um ser.
    O fardo
    Do Sr. “Ndo”,
    É o fado
    Dado
    No primeiro dia do seu nascimento
    Como manto
    Que lhe foi imposto
    Após o seu primeiro grito,
    Após o seu primeiro gemido
    Como criatura
    Na Terra.
    Estas
    São as reflexos soltas,
    Muitas das vezes impostas
    Pelas circunstâncias
    Imprevistas
    Nas ocasiões de inércias.
    A inspiração
    No momento em que o Benfica
    Se preparava para jogar com
    Jogava a Juventus,
    Para a Liga Europa.
    CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.
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    Do Catujal,
    Em especial,
    É tempo de poupança,

    Porque a receita
    É restrita,
    É pequenita
    E não suporta
    A despesa
    Que se gasta
    Em excesso
    Ou ao acaso.

    É tempo
    De moderação
    E decisão
    Do tipo
    Keynesiano
    Para conseguir
    O ganho
    No amanho
    De cada ano,
    De cada mês,
    De cada dia,
    Através
    Da perícia,
    Da inteligência
    E ousadia.

    A experiência ensinou-me
    E ensina-me
    Mostrou-me
    E mostra-me
    A via
    Para não repetir
    O erro
    Cometido
    No passado
    E partir
    Do zero.

    A receita
    Não dá mais para festa
    O salário mensal
    Mal
    Chega para o leite, o açúcar, o sal,
    O arroz…
    Que nós
    Consumimos
    No nosso dia
    A dia.

    É tempo
    Do corpo
    Magro,
    Do espírito austero,
    Para suportar o avalanche
    De cada tranche
    Que a “Troika”
    Nos dá e saca
    Ao mesmo tempo.

    O amanhã
    Não se apanha
    Como (com) uma senha
    Oferecida
    E dada
    Pela vizinha
    Que nos apadrinha.

    Sigamos o caminho
    Do sonho,
    Porque só ele faz cada um risonho,
    Apto a seguir em frente
    Sem curvar perante
    Qualquer embate.

    Esse caminho,
    O espinho
    Quotidiano
    De cada humano,
    Que o Sr. “Ndo”
    É obrigado
    A percorrer,
    Enquanto viver
    Como um ser.

    O fardo
    Do Sr. “Ndo”,
    É o fado
    Dado
    No primeiro dia do seu nascimento
    Como manto
    Que lhe foi imposto
    Após o seu primeiro grito,
    Após o seu primeiro gemido
    Como criatura
    Na Terra.

    Estas
    São as reflexos soltas,
    Muitas das vezes impostas
    Pelas circunstâncias
    Imprevistas
    Nas ocasiões de inércias.

    A inspiração
    No momento em que o Benfica
    Se preparava para jogar com
    Jogava a Juventus,
    Para a Liga Europa.



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    Em especial,
    É tempo de poupança,

    Porque a receita
    É restrita,
    É pequenita
    E não suporta
    A despesa
    Que se gasta
    Em excesso
    Ou ao acaso.

    É tempo
    De moderação
    E decisão
    Do tipo
    Keynesiano
    Para conseguir
    O ganho
    No amanho
    De cada ano,
    De cada mês,
    De cada dia,
    Através
    Da perícia,
    Da inteligência
    E ousadia.

    A experiência ensinou-me
    E ensina-me
    Mostrou-me
    E mostra-me
    A via
    Para não repetir
    O erro
    Cometido
    No passado
    E partir
    Do zero.

    A receita
    Não dá mais para festa
    O salário mensal
    Mal
    Chega para o leite, o açúcar, o sal,
    O arroz…
    Que nós
    Consumimos
    No nosso dia
    A dia.

    É tempo
    Do corpo
    Magro,
    Do espírito austero,
    Para suportar o avalanche
    De cada tranche
    Que a “Troika”
    Nos dá e saca
    Ao mesmo tempo.

    O amanhã
    Não se apanha
    Como (com) uma senha
    Oferecida
    E dada
    Pela vizinha
    Que nos apadrinha.

    Sigamos o caminho
    Do sonho,
    Porque só ele faz cada um risonho,
    Apto a seguir em frente
    Sem curvar perante
    Qualquer embate.

    Esse caminho,
    O espinho
    Quotidiano
    De cada humano,
    Que o Sr. “Ndo”
    É obrigado
    A percorrer,
    Enquanto viver
    Como um ser.

    O fardo
    Do Sr. “Ndo”,
    É o fado
    Dado
    No primeiro dia do seu nascimento
    Como manto
    Que lhe foi imposto
    Após o seu primeiro grito,
    Após o seu primeiro gemido
    Como criatura
    Na Terra.

    Estas
    São as reflexos soltas,
    Muitas das vezes impostas
    Pelas circunstâncias
    Imprevistas
    Nas ocasiões de inércias.

    A inspiração
    No momento em que o Benfica
    Se preparava para jogar com
    Jogava a Juventus,
    Para a Liga Europa.



    CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.

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    Em geral,

    E cá,
    Do Catujal,
    Em especial,
    É tempo de poupança,

    Porque a receita
    É restrita,
    É pequenita
    E não suporta
    A despesa
    Que se gasta
    Em excesso
    Ou ao acaso.

    É tempo
    De moderação
    E decisão
    Do tipo
    Keynesiano
    Para conseguir
    O ganho
    No amanho
    De cada ano,
    De cada mês,
    De cada dia,
    Através
    Da perícia,
    Da inteligência
    E ousadia.

    A experiência ensinou-me
    E ensina-me
    Mostrou-me
    E mostra-me
    A via
    Para não repetir
    O erro
    Cometido
    No passado
    E partir
    Do zero.

    A receita
    Não dá mais para festa
    O salário mensal
    Mal
    Chega para o leite, o açúcar, o sal,
    O arroz…
    Que nós
    Consumimos
    No nosso dia
    A dia.

    É tempo
    Do corpo
    Magro,
    Do espírito austero,
    Para suportar o avalanche
    De cada tranche
    Que a “Troika”
    Nos dá e saca
    Ao mesmo tempo.

    O amanhã
    Não se apanha
    Como (com) uma senha
    Oferecida
    E dada
    Pela vizinha
    Que nos apadrinha.

    Sigamos o caminho
    Do sonho,
    Porque só ele faz cada um risonho,
    Apto a seguir em frente
    Sem curvar perante
    Qualquer embate.

    Esse caminho,
    O espinho
    Quotidiano
    De cada humano,
    Que o Sr. “Ndo”
    É obrigado
    A percorrer,
    Enquanto viver
    Como um ser.

    O fardo
    Do Sr. “Ndo”,
    É o fado
    Dado
    No primeiro dia do seu nascimento
    Como manto
    Que lhe foi imposto
    Após o seu primeiro grito,
    Após o seu primeiro gemido
    Como criatura
    Na Terra.

    Estas
    São as reflexos soltas,
    Muitas das vezes impostas
    Pelas circunstâncias
    Imprevistas
    Nas ocasiões de inércias.

    A inspiração
    No momento em que o Benfica
    Se preparava para jogar com
    Jogava a Juventus,
    Para a Liga Europa.



    CATUJA ( 19H 48 MINUTOS- 5ª FEIRA), 01 DE MAIO DE 2014-05-01.

    KANKAMBAL (NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  9. Fernando Matos Ferreira
    3 h •

    A PRIVAÇÃO/DO PÃO/,DA HABITAÇÃO/, DA EDUCAÇÃO/,...

    I

    Choro
    Pelo que quero
    E não encontro,
    Porque estou num escuro
    Total e inteiro.

    II

    Em casa,
    Por causa
    De alguma coisa
    Em falta,
    Toda a gente
    Se exalta,
    Se zanga,
    Se briga
    E se sente
    Que está
    No direito
    De faltar o respeito
    Ao seu semelhante.

    III

    Não
    Tendo pão,
    Educação,
    Habitação,
    Saúde
    Nesta sociedade,
    Você tem a razão
    Da reclamação
    E da reivindicação
    Do seu direito
    Como sujeito,
    Mesmo que não
    O entendam,
    Mesmo que não
    O compreendam.

    IV

    A sua luta
    Consigna
    A sua digna
    Conquista
    Como pessoa humana
    No espaço,
    Mesmo escasso
    Onde habita.

    V

    Na casa
    Farta,
    Onde nada falta,
    Reinam a harmonia,
    A alegria,
    Mesmo com a hipocrisia,
    Porque o que se pretende,
    É a pretensa
    Felicidade.

    VI

    Na época
    Da crise,
    Pugna-se
    Pelo essencial,
    Pelo indispensável
    Para a sobrevivência,
    Mesmo com uma parca
    Migalha
    Do pão,
    Que nos valha
    Para a resistência
    Do vendaval.

    VII

    Pugna-se
    Na época
    Da crise,
    Que tenhamos
    O mínimo
    Para podermos
    Encarar
    Com otimismo,
    Os que confiam em nós
    E não têm a voz;
    Os que dependem de nós;
    Na(em) casa
    Onde falta
    Tudo:
    O arroz,
    O leite,
    A batata,
    O açúcar,
    Toda a gente
    Grita,
    Porque na mesa
    Escasseia
    A merenda
    Pretendida
    Para o pequeno almoço,
    Para o jantar,
    Para a ceia...
    Sem
    Isso,
    Nada
    Pode encantar.

    VIII

    A prece
    Constante
    No momento da crise,
    É para que não nos falte
    O pão,
    O leite,
    A alimentação...!

    A8- , CAMPO GRANDE- SOBRAL DE MONTE AGRAÇO (2ª-FEIRA, 07H 45 MINUTOS), 28 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)

    Carlitos Da Silva gosta disto.
    Gosto ·  · Promover · 
  10. NINGUÉM PÁRA
    O VOO DA ÁGUIA,
    NINGUÉM PÁRA O BENFICA,
    ATÉ A VITÓRIA FINAL
    I
    Ainda é cedo
    Para deitar foguetes!
    Temos que ter muita calma,
    Muita moderação
    Nas palavras
    E nos atos.
    "A experiência
    É o pente dos carecas"
    Por isso,
    o fracasso
    Do ano passado,
    Fez-me e faz-me um adepto
    Cauteloso,
    Contido
    Em tudo
    O que podia dizer hoje!
    II
    Aos benfiquistas
    Fanáticos,
    Peço que ainda não estejam eufóricos.
    Que tenham paciência
    Para que a ciência,
    De Jesus
    Produza efeitos fantásticos
    Na Luz!
    III
    A ESPERANÇA,
    A ESPERANÇA,
    MESMO NA DESGRAÇA,
    FEZ-NOS CONQUISTAR JÁ UMA TAÇA!
    FORÇA!
    27/04/2014
    " NDO"
    Gosto ·  · Promover · 
  11. O VINTE E CINCO DE ABRIL
    ( ESTÁ) FEBRIL

    I
    Volvidos
    Quarenta
    Anos
    De Liberdade,
    Quero
    Aqui, 
    Nestes escassos
    Espaços,
    Expressar
    E enviar
    Os meus mais sinceros
    Votos
    De infinitos
    Agradecimentos
    Aos audazes
    E corajosos
    Capitães de Abril
    E outros ilustres
    Portugueses anónimos.

    II

    Eu sou
    O produto
    Do amadurecimento
    Da democracia
    Saída
    Da amargura,
    Da Ditadura
    Fascista
    Salazarista
    Que tropeçou,
    Que presenciou
    À sua queda,
    À sua agonia.

    III

    Eu sou
    O produto
    Do regime
    Caduco
    E quase sem nome,
    Corrupto,
    Selvático,
    Retrógrado
    E repressivo
    Que governou
    E dominou
    O meu povo,
    Impondo
    E executando
    As suas leis barbaramente
    Sem olhar os meios,
    Para atingir e alcançar os seus objetivos e benefícios.

    IV

    É a lei
    E a senda
    Que eu designo,
    Apelo, apelei
    E considerei
    Como o destino
    Da vida
    Particular,
    Singular,
    Plural,
    Coletiva
    E geral
    Da memória viva.

    V

    Todos
    Nós,
    Todos
    Os regimes
    Democráticos,
    Todos,
    Somos
    Unânimes
    Em reconhecer
    Que o 25 de Abril
    Não é a propriedade
    De ninguém,
    De nenhum homem
    Na atualidade;
    Mas todos
    Reconhecem
    Que o 25 de Abril
    Está febril,
    Porque há muitas fomes,
    Não há pão
    Para a população,
    Para os medíocres,
    Para os pobres,
    Mas apenas para os verdadeiros nobres,
    Porque em geral, há divisão,
    O conflito,
    O desentendimento
    Na sociedade.

    VI

    Hoje, comemora-se
    O quadragésimo aniversário
    Do Vinte e Cinco
    De Abril,
    O sonho
    Imaginário,
    O mito
    Remoto,
    O espinho
    Que se tornou risonho
    No rosto
    De cada sujeito,
    Graças a um povo
    Heróico,
    Que hoje exibiu, patenteou
    E hasteou
    O cravo
    No peito,
    Apesar da crise.

    VII

    O 25 de Abril comemorado
    Em diferentes
    Sítios
    Em Lisboa:
    Em S. Bento
    E no Largo (Rato?),
    Em virtude de pontos divergentes
    Dos seus agentes.
    Porquê esta separação
    Da comemoração?
    Porquê esta divisão
    Que só afeta a (nossa) ambição
    (como )Da (nossa) Nação?!

    VIII

    O 25 de Abril
    É a Liberdade,
    É a igualdade,
    É a solidariedade,
    É a fraternidade
    Da sociedade,
    Com a justiça
    E que tem a esperança
    Na felicidade
    Humana
    Por agora
    E que posteriormente, prepara,
    Na terra,
    A felicidade
    Divina.

    IX

    Apesar da crise,
    Acredita-se
    Na mudança,
    Na metamorfose,
    Na força,
    Na dinâmica
    Da sociedade
    Ativa
    Que eleva
    O seu povo
    Ao sucesso,
    A ao progresso
    Como objetivo
    Imperioso.

    X

    As correntes progressistas,
    Altruístas
    E humanistas,
    Não deixarão
    Esmorecer
    E murchar
    Os ideais
    Do 25 de Abril:
    A Liberdade
    Na sua plenitude,
    A democracia,
    A cidadania,
    O respeito íntegro
    Da pessoa humana
    Em todas vertentes,
    Em todas latitudes
    E em todas as longitudes.

    XI

    O 25 de Abril
    Abomina
    Sistema
    Que domina
    De forma
    Vil,
    E servil
    A pessoa humana!
    O 25 de Abril
    É verosímil!

    XII

    Não me
    Lembro
    Do outro
    Regime
    Tão austero
    E firme,
    Que, ao pronunciar o seu nome,
    Nos causa arrepio,
    Nos causa calafrio
    Como o do Doutor Salazar,
    O grande azar
    Dos que nasceram nesse tempo,
    Tanto na cidade, como no campo!
    O grito
    Da sua voz
    Era feroz,
    E o povo teme
    E treme
    O apito
    Da PIDE
    Em cada parede
    Da sala,
    Da sela
    Da tortura,
    Em Nova Sintra,
    Em Bula,
    Em Tite,
    Em Fulacunda,
    Em Caxias,
    Em Peniche,
    Em Tarrafal,
    Em S. Tomé e Príncipe,
    Sem piedade.

    XIII

    O medo
    Daquele rapaz de Pelundo,
    De Canchungo,
    De Bolama,,
    De Kantomá,
    De Quinara,
    De Nova Sintra,
    E a recordação
    Da repressão
    Na prisão
    De Tite
    Pelo seu pai,
    Fê-lo
    E fá -lo
    Um homem
    De coragem
    Em cada paragem.

    SACAVÉM (SEXTA –FEIRA, 15H 25 MINUTOS), 25 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  12. VIVA BENFICA,
    O CAMPEÃO NACIONAL
    2013/2014!

    I

    Eis o benfiquista
    Anónimo,
    Festejando
    Contido,
    Mas com muito entusiasmo,
    A festa do campeão,
    Do Vitorioso,
    Do Glorioso
    Benfica.
    Depois do ano anterior
    Cheio de dissabores.

    II

    O vermelho
    Toma conta
    Da cidade
    De Lisboa,
    No dia
    Da Páscoa,
    Com a alegria
    Da vitória
    Do Benfica
    Depois das cinzas
    Do ano anterior,
    Cheio de dissabores.

    III

    A crença,
    A força,
    A esperança
    De conseguir uma taça
    Na liga nacional
    De futebol,
    Foi sempre o caminho
    E o sonho
    Da família
    Benfiquista,
    Sempre otimista,
    E assim, comemora com muito furor,
    Euforia
    E folia,
    Esta grande vitória.

    IV

    A festa
    É na praça Marquês
    De Pombal,
    Em Lisboa,
    Neste dia
    De Páscoa!

    V

    A sorte
    Protege
    Os audazes
    Que enfrentaram crises
    E dificuldades
    Ao longo da época transata..

    VI

    Acompanho
    A festa
    Benfiquista
    Sentado no sofá,
    Mas com o coração
    Vermelhinho.

    VII

    O Benfica
    É o maior
    E o amor
    Que nos dignifica
    E honra
    Como uma equipa de garra,
    O campeão
    Da Paixão
    E da ressurreição.

    VIII

    Para trás,
    Me apraz
    Escrever
    Com prazer
    O percurso
    Do nosso
    Glorioso
    Benfica
    Nesta época.

    IX

    Mais uma vez,
    O meu muito
    Obrigado
    A toda a família
    Benfiquista:
    Aos heróicos jogadores,
    Aos arquitetos
    Luís F F Vieira
    E Jorge Jesus!

    CATUJAL- UNHOS (( DOMINGO, 22 HORAS), 20 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)
  13. A PERIODIZAÇÃO,
    A CONTEXTUALIZAÇÃO
    DA AÇÃO
    E DA FESTA
    BENFIQUISTA

    I

    Chegou a hora
    De içar a bandeira 
    Do nosso vitorioso
    E glorioso
    Benfica
    E, em casa, ninguém fica.
    No estádio
    Da Luz,
    A explosão
    Da Alegria
    Da vitória,
    Do Benfica,
    O campeão,
    Que deixa toda a gente
    Num ambiente
    De autêntico delírio!

    II

    Meu Benfica,
    O heróico
    Que me deixa louco
    Em todas as partidas,
    É hoje o campeão nacional,
    Um ambiente fantástico!

    III

    O Mestre Eusébio
    Ouviu a nossa prece,
    Bem como o Mestre Coluna,
    Ambos, deram-nos o título nacional
    Depois de uma época passada
    Desastrosa!

    IV

    Viva o Benfica,
    O campeão,
    O clube dos milhões
    Que deixa toda a gente eufórica
    Com a sua sensacional atuação
    E sobretudo esta época!

    V

    O mágico
    Lima,
    Foi muito fantástico
    Que coloca
    O Benfica
    Numa plataforma
    Acima
    Dos normais,
    Dos mortais.

    VI

    Tinha medo
    De escrever,
    Porque sempre que escrevo
    Acontece o impensável,
    O improvável
    Do mundo
    Dos vivos.
    Mas, a medida que o tempo passava,
    Fui ganhando
    A coragem
    Como homem,
    E peguei no caderno
    Do menino,
    Para escrever
    E descrever
    O ambiente no Estado
    Da luz,
    Que produziu e produz
    Os efeitos
    Desejados pelos benfiquistas
    Em vários momentos
    Da sua história.

    VII

    Obrigado,
    Obrigado,
    Obrigado
    Meu Benfica
    De coração!
    Chegámos ao pódio
    Nacional!
    Vamos torcer para o pódio
    Internacional.

    VIII

    Obrigado
    Por tudo,
    Querido
    J. Jesus,
    Pelo que nos deu
    Na Luz!
    Obrigado
    L. Vieira
    Por tudo
    E estamos à espera
    De mais golos,
    Para mais títulos,
    Para arrecadarmos mais taças,
    Mais m”massas”
    Na nossa “Catedral”,
    Tanto a nível nacional,
    Como internacional.

    IX

    Obrigado
    A todos
    Os jogadores,
    Porque todos foram heróis!
    Obrigado
    A todos
    Os adeptos,
    Porque sempre acreditaram
    No Benfica,
    Nos bons
    E maus momentos.

    X

    É este o Benfica,
    A equipa
    Que luta
    E conquista
    Com garra
    E abnegação,
    Para ser campeão.

    XI

    VIVA O CAMPEÃO!
    VIVA O GLORIOSO
    NESTE DIA SANTO
    QUE NOS DEU A ALEGRIA,
    E COMO TAL,
    NA PÁSCOA,
    TODA A GENTE PERDOA!

    BEM HAJA!

    CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)

    A PERIODIZAÇÃO,
    A CONTEXTUALIZAÇÃO
    DA AÇÃO
    E DA FESTA
    BENFIQUISTA

    I

    Chegou a hora
    De içar a bandeira
    Do nosso vitorioso
    E glorioso
    Benfica
    E, em casa, ninguém fica.
    No estádio
    Da Luz,
    A explosão
    Da Alegria
    Da vitória,
    Do Benfica,
    O campeão,
    Que deixa toda a gente
    Num ambiente
    De autêntico delírio!

    II

    Meu Benfica,
    O heróico
    Que me deixa louco
    Em todas as partidas,
    É hoje o campeão nacional,
    Um ambiente fantástico!

    III

    O Mestre Eusébio
    Ouviu a nossa prece,
    Bem como o Mestre Coluna,
    Ambos, deram-nos o título nacional
    Depois de uma época passada
    Desastrosa!

    IV

    Viva o Benfica,
    O campeão,
    O clube dos milhões
    Que deixa toda a gente eufórica
    Com a sua sensacional atuação
    E sobretudo esta época!

    V

    O mágico
    Lima,
    Foi muito fantástico
    Que coloca
    O Benfica
    Numa plataforma
    Acima
    Dos normais,
    Dos mortais.

    VI

    Tinha medo
    De escrever,
    Porque sempre que escrevo
    Acontece o impensável,
    O improvável
    Do mundo
    Dos vivos.
    Mas, a medida que o tempo passava,
    Fui ganhando
    A coragem
    Como homem,
    E peguei no caderno
    Do menino,
    Para escrever
    E descrever
    O ambiente no Estado
    Da luz,
    Que produziu e produz
    Os efeitos
    Desejados pelos benfiquistas
    Em vários momentos
    Da sua história.

    VII

    Obrigado,
    Obrigado,
    Obrigado
    Meu Benfica
    De coração!
    Chegámos ao pódio
    Nacional!
    Vamos torcer para o pódio
    Internacional.

    VIII

    Obrigado
    Por tudo,
    Querido
    J. Jesus,
    Pelo que nos deu
    Na Luz!
    Obrigado
    L. Vieira
    Por tudo
    E estamos à espera
    De mais golos,
    Para mais títulos,
    Para arrecadarmos mais taças,
    Mais m”massas”
    Na nossa “Catedral”,
    Tanto a nível nacional,
    Como internacional.

    IX

    Obrigado
    A todos
    Os jogadores,
    Porque todos foram heróis!
    Obrigado
    A todos
    Os adeptos,
    Porque sempre acreditaram
    No Benfica,
    Nos bons
    E maus momentos.

    X

    É este o Benfica,
    A equipa
    Que luta
    E conquista
    Com garra
    E abnegação,
    Para ser campeão.

    XI

    VIVA O CAMPEÃO!
    VIVA O GLORIOSO
    NESTE DIA SANTO
    QUE NOS DEU A ALEGRIA,
    E COMO TAL,
    NA PÁSCOA,
    TODA A GENTE PERDOA!

    BEM HAJA!

    CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)

    A PERIODIZAÇÃO,
    A CONTEXTUALIZAÇÃO
    DA AÇÃO
    E DA FESTA
    BENFIQUISTA

    I

    Chegou a hora
    De içar a bandeira
    Do nosso vitorioso
    E glorioso
    Benfica
    E, em casa, ninguém fica.
    No estádio
    Da Luz,
    A explosão
    Da Alegria
    Da vitória,
    Do Benfica,
    O campeão,
    Que deixa toda a gente
    Num ambiente
    De autêntico delírio!

    II

    Meu Benfica,
    O heróico
    Que me deixa louco
    Em todas as partidas,
    É hoje o campeão nacional,
    Um ambiente fantástico!

    III

    O Mestre Eusébio
    Ouviu a nossa prece,
    Bem como o Mestre Coluna,
    Ambos, deram-nos o título nacional
    Depois de uma época passada
    Desastrosa!

    IV

    Viva o Benfica,
    O campeão,
    O clube dos milhões
    Que deixa toda a gente eufórica
    Com a sua sensacional atuação
    E sobretudo esta época!

    V

    O mágico
    Lima,
    Foi muito fantástico
    Que coloca
    O Benfica
    Numa plataforma
    Acima
    Dos normais,
    Dos mortais.

    VI

    Tinha medo
    De escrever,
    Porque sempre que escrevo
    Acontece o impensável,
    O improvável
    Do mundo
    Dos vivos.
    Mas, a medida que o tempo passava,
    Fui ganhando
    A coragem
    Como homem,
    E peguei no caderno
    Do menino,
    Para escrever
    E descrever
    O ambiente no Estado
    Da luz,
    Que produziu e produz
    Os efeitos
    Desejados pelos benfiquistas
    Em vários momentos
    Da sua história.

    VII

    Obrigado,
    Obrigado,
    Obrigado
    Meu Benfica
    De coração!
    Chegámos ao pódio
    Nacional!
    Vamos torcer para o pódio
    Internacional.

    VIII

    Obrigado
    Por tudo,
    Querido
    J. Jesus,
    Pelo que nos deu
    Na Luz!
    Obrigado
    L. Vieira
    Por tudo
    E estamos à espera
    De mais golos,
    Para mais títulos,
    Para arrecadarmos mais taças,
    Mais m”massas”
    Na nossa “Catedral”,
    Tanto a nível nacional,
    Como internacional.

    IX

    Obrigado
    A todos
    Os jogadores,
    Porque todos foram heróis!
    Obrigado
    A todos
    Os adeptos,
    Porque sempre acreditaram
    No Benfica,
    Nos bons
    E maus momentos.

    X

    É este o Benfica,
    A equipa
    Que luta
    E conquista
    Com garra
    E abnegação,
    Para ser campeão.

    XI

    VIVA O CAMPEÃO!
    VIVA O GLORIOSO
    NESTE DIA SANTO
    QUE NOS DEU A ALEGRIA,
    E COMO TAL,
    NA PÁSCOA,
    TODA A GENTE PERDOA!

    BEM HAJA!

    CATUJAL (DOMINGO, 19H00), 20 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  14. Fernando Matos Ferreira
    18/4
    MAMÃ
    TEIMA
    NO QUE AMA

    I

    Sem ninguém
    Para conversar,
    Para dialogar,
    O único 
    Meio
    De combater
    O silêncio,
    É verter
    A tinta
    Sobre o papel
    Branco
    Que alivia o fel
    Deste homem
    Manjaco,
    Que a vida finta.

    II

    O sonho
    Tacanho
    De Joãozinho
    Ao despedir-se
    Do colega “Manelinho”
    Rumo
    À Europa,
    Continente
    De oportunidade,
    Foi para a água
    Abaixo!
    O emigrante
    No lixo,
    Na copa,
    Apanhando a sopa
    Da solidariedade
    Devido à crise!

    III

    A mamã
    Está triste,
    Porque a vida
    A trama
    Em cada
    Entrada,
    E em cada
    Tentativa,
    Leva
    Sempre uma porrada,
    Uma bofetada
    Bem quente.

    IV

    A mamã
    Não tem pão
    Para as filhas,
    Não tem arroz
    Para cozinhar
    E já não pode sonhar
    Como ontem,
    Porque já nada tem
    E nem
    O seu homem
    Pode salvá-la
    E para sempre cala.

    V

    Amargurada,
    Desempregada,
    O semblante
    Triste,
    A mamã
    Não sai
    De cama
    E nenhum lado vai,
    Porque também
    Não tem
    Como fazê-lo.

    VI
    A mamã
    Que tanto ama,
    Faz a prece
    Ao que a Providência
    Lhe dá
    E oferece
    Em cada
    Dia,
    E do fundo do seu ser,
    Agradece
    Por continuar a viver.

    VII

    A mamã
    Que muito ama,
    Tem sempre uma chama
    Que a ilumina
    Em cada zona,
    A guia
    Em cada dia,
    Dando-lhe força
    E esperança
    Para seguir sempre em frente,
    Para qualquer combate,
    Para todo o embate
    Que a desafia,
    E confia
    No dia
    Mais radiante.

    CATUJAL-UNHOS(2ª-FEIRA, 01H40 MINUTOS), 14 DE ABRIL DE 2014.


    KANKAMBAL(NDO)
    Gosto ·  · Promover · 
  15. A CRIANÇA
    É UMA (RIQUEZA) PUJANÇA
    EM PRESENÇA

    I

    A criança
    É uma flor
    Ao redor,
    Que faz ...
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  16. É DESTA VEZ
    QUE A GUINÉ
    SAI…
    E VAI…?!

    O P.A.I.G.C.
    Está de parabéns!
    A Guiné
    Está de parabéns!
    O povo da Guiné
    Está de parabéns!

    É a notícia
    Boa
    Vinda da Guiné,
    Que já não recebo
    Há muito tempo!

    Que bom
    O civismo
    Demonstrado
    Pelos guineenses
    Nas eleições
    Do domingo passado,
    Diria mesmo,
    O patriotismo!

    Chegou a hora
    De arregaçarmos
    As mangas!
    Mãos à obra,
    E de uma vez por todas,
    Tirarmos
    À Guiné-Bissau
    Das sucessivas pragas,
    Desgraças
    Que têm conduzindo
    O país para o caos!

    Espero
    Que a ocorrência
    Às urnas por parte dos eleitores guineenses
    Na 2ª volta das presidenciais,
    Seja idêntica ou que ultrapasse a da primeira volta;
    Que os objetivos dos eleitos pelo povo guineense, correspondam às espetativas dos eleitores e que a soberania da Nação volte a brilhar como no primeiro dia aquando da sua proclamação em 1993 nas colinas de Boé;
    Que os anseios do povo guineense não continuem permanentemente a serem defraudadas pelos seus legítimos representantes, tanto no Parlamento, como na Presidência;
    Que os eleitos, honrem os seus compromissos e dêem às crianças o pão, a educação, a saúde, a segurança e a esperança, como seus fulcrais direitos consignados nas Cartas das Nações.

    Basta de pensarem exclusivamente nas “casas 2,3, etc”, e olhem pelos problemas do País e do Povo;
    Que a comadre
    Espere
    Que os frutos
    Da democracia
    Sejam divididos
    Equitativamente
    Por todos
    Os compatriotas,
    Com o trabalho árduo
    E sério
    Dos deputados
    Na Assembleia
    Da República,
    Bem como na Presidência
    Da República,
    Pelo presidente;

    Que os vencedores e vencidos nas eleições legislativas se unam, se entendam e dêem as mãos como irmãos, pois, ninguém perdeu, antes pelo contrário, é a democracia que funcionou
    E, como isso, o País ganhou

    Espero que acabem
    Com as vinganças,
    Com os ódios,
    Com as atrocidades,
    Com as barbaridades,
    Com as matanças;
    Promovam as efetivas mudanças,
    Promovam o amor, o desenvolvimento e os reais direitos humanos
    Naquela terra de Cabral,
    A nossa terra amada!

    Concretizem os ideais do fundador
    Da nossa Nacionalidade,
    Que saldou a sua dívida
    Para com a Partia,
    Com a própria vida!

    Todos nós,
    Emigrantes,
    Residentes
    No estrangeiro,
    Temos a voz
    No pelouro
    Da Reconstrução
    Da Nação
    E regozijamo-nos pela forma ordeira e cívica
    Como decorreram as eleições gerais, presidenciais e legislativas;

    Espero que os vencedores (e todos nós em conjunto), enveredem esforços
    Com o intuito de tirar o país da ignorância, da miséria e da pobreza,
    E, consequentemente, lançar o país, rumo ao progresso e felicidade do nosso povo.

    Bem haja
    A Guiné liberta de todos os opressores, tanto internos
    Como externos!
    Que viva
    A Guiné sem trevas!

    CATUJAL (5ª-FEIRA, 11H13 MINUTOS), 17 DE ABRIL DE 2014.

    KANKAMBAL (NDO)
    21Gosto ·  · Promover · 
  17. 4 h •

    AS INQUIETAÇÕES
    DOS GUINEENSES
    COM AS CRISES
    E CONSTANTES ELEIÇÕES
    I
    Em honra
    Àqueles que tombaram
    Para a libertação
    Da nossa heróica
    Nação,
    À nossa querida terra,
    Espero que as eleições
    De hoje
    Tragam
    Benefícios
    E bons negócios,
    Para todos os filhos queridos
    Espalhados,
    Bem longe,
    Dos quatro cantos do globo.
    II
    A todos os ilustres
    Candidatos,
    Espero
    Que sejam iluminados
    E mestres,
    Em aceitar
    E reconhecer,
    Quaisquer
    Que sejam os resultados
    Saídos
    Das eleições,
    Para que a Guiné-Bissau viva como um povo íntegro
    Digno
    No plano
    Interno
    E externo.
    III
    Chega de vexames,
    De humilhações,
    De desconsiderações
    E infames
    Que assistimos
    Ao longo de quatro décadas,
    Em que o País assumiu o seu destino
    Como Povo e Nação;
    Imploro a todos os candidatos
    Que coloquem em segundo plano
    Os interesses pessoais, familiares,
    Ideológicos ou partidários
    E tentem virar a página tão negra
    Que o conduziu às trevas, ao fosso em que se encontra mergulhado
    E que o coloquem na senda das nações desenvolvidas , civilizadas, progressistas
    E que respeitam os direitos da pessoa humana.
    IV
    Oh! Guiné
    N, “dessane”(1)!,
    Quando renuncias
    Essa condição
    E conduzas a sua população
    Para(nas) vias
    De sucesso,
    Desenvolvimento, progresso,
    Bem-estar
    E felicidade?!
    V
    A verdade insofismável,
    Abraçada pela nossa irrepreensível
    Classe política,
    Corrupta
    E que nos sufoca
    Há quase quatro décadas,
    É uma das grandes dúvidas
    Que hoje nos inquieta
    E apoquenta.
    VII
    Aos guineenses,
    Meus compatriotas,
    Aos felizardos que hoje, em quatro pontos do globo, vão às urnas
    Para as eleições legislativas e presidenciais,
    Peço que votem com consciência
    E responsabilidade
    Para a restituição da democracia
    E liberdade,
    Que eu considero uma relíquia
    Que nos foi “roubada”,
    Que nos foi negada,
    Que nos foi tirada
    Há mais de uma década!
    O sonho
    Que terminou com o levantamento militar de 7 (sete) de Junho!
    VIII
    “Guiné,
    Terra piquinino,
    Mas garandi na fama,
    Que em fila,
    Nino,
    Ansumane
    Mané,
    E Kumba Yalá
    Mata i degula!
    IX
    E aonde estão estes atores?!
    E aonde estão estes abutres
    Da História
    Da Guiné
    “Ndessane”,
    Que decaparam
    A nossa Pátria
    E nos tiraram
    A alegria
    De viver
    Com prazer?!
    X
    O mundo não acaba
    Com a morte do Kumba,
    Do Nino Vieira,
    Do Ansumane
    Mané,
    Do veríssimo Seabra,
    Nem
    De ninguém!
    Choramos os nossos mortos,
    Choramos os nossos heróis,
    Mas temos o dever de cuidar
    Dos que ainda são nossos,
    Do seu bem estar.
    XI
    Ninguém
    É ninguém,
    Porque ninguém
    É a propriedade de ninguém
    E ninguém
    Tem
    O direito de flagelar outrem
    Pelo poder
    Que detém
    Como um ser!
    XII
    Basta de ódio,
    De vingança
    Para conseguir um lugar no pódio!
    Basta de barbaridades,
    Animosidades!
    Semeiem o amor, a esperança,
    A reconciliação
    Entre todos os guineenses,
    Para ultrapassarmos as anémicas
    E crónicas
    Crises
    E fomentar a reconstrução
    Da Grande Nação
    Que todos nós, ansiamos!
    XIII
    Tiremos o pais da pobreza extrema!
    Façamos da Guiné,
    Não de N,dessane”,
    Mas, sim, efetivamente, de fama,
    De hospitalidade,
    De liberdade,
    De respeito para com a dignidade
    Da pessoa humana,
    A prática da justiça plena!
    XIV
    Que seja João Mário Vaz,
    Que seja Hélder Vaz,,
    Que seja Nuno Gomes Nabian,
    Que seja Abel Incada,
    Candidatos a presidente,
    O importante
    É que seja o presidente
    De todos os Guineenses;
    XV
    Que seja Domingos Simões Pereira,
    Que seja Nuno Nabian,
    Ou Fernando Vaz,
    O primeiro ministro,
    O importante é que tire o País do descalabro
    Económico e social
    Em que o nosso País se encontra.
    XVI
    Termino, desejando
    Um fim feliz
    Para (ao) nosso País
    Nestas eleições!
    BEM HAJA
    E QUE ASSIM SEJA,
    O QUE CADA UM DE NÓS DESEJA!!!
    E ALELUIA
    NESTA PÁSCOA !!!
    (1)- n,dessane”, em oloff, coitado, coitada(português)
    SACAVÉM( 11H40 MINUTOS- DOMINGO), 13 DE ABRIL DE B2014.
    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
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  18. AS INQUIETAÇÕES
    DOS GUINEENSES
    COM AS CRISES
    E CONSTANTES ELEIÇÕES

    I

    Em honra
    Àqueles que tombaram
    Para a libertação
    Da nossa heróica
    Nação,
    À nossa querida terra,
    Espero que as eleições
    De hoje
    Tragam
    Benefícios
    E bons negócios,
    Para todos os filhos queridos
    Espalhados,
    Bem longe,
    Dos quatro cantos do globo.

    II

    A todos os ilustres
    Candidatos,
    Espero
    Que sejam iluminados
    E mestres,
    Em aceitar
    E reconhecer,
    Quaisquer
    Que sejam os resultados
    Saídos
    Das eleições,
    Para que a Guiné-Bissau viva como um povo íntegro
    Digno
    No plano
    Interno
    E externo.

    III

    Chega de vexames,
    De humilhações,
    De desconsiderações
    E infames
    Que assistimos
    Ao longo de quatro décadas,
    Em que o País assumiu o seu destino
    Como Povo e Nação;
    Imploro a todos os candidatos
    Que coloquem em segundo plano
    Os interesses pessoais, familiares,
    Ideológicos ou partidários
    E tentem virar a página tão negra
    Que o conduziu às trevas, ao fosso em que se encontra mergulhado
    E que o coloquem na senda das nações desenvolvidas , civilizadas, progressistas
    E que respeitam os direitos da pessoa humana.

    IV

    Oh! Guiné
    N, “dessane”(1)!,
    Quando renuncias
    Essa condição
    E conduzas a sua população
    Para(nas) vias
    De sucesso,
    Desenvolvimento, progresso,
    Bem-estar
    E felicidade?!

    V

    A verdade insofismável,
    Abraçada pela nossa irrepreensível
    Classe política,
    Corrupta
    E que nos sufoca
    Há quase quatro décadas,
    É uma das grandes dúvidas
    Que hoje nos inquieta
    E apoquenta.

    VII

    Aos guineenses,
    Meus compatriotas,
    Aos felizardos que hoje, em quatro pontos do globo, vão às urnas
    Para as eleições legislativas e presidenciais,
    Peço que votem com consciência
    E responsabilidade
    Para a restituição da democracia
    E liberdade,
    Que eu considero uma relíquia
    Que nos foi “roubada”,
    Que nos foi negada,
    Que nos foi tirada
    Há mais de uma década!
    O sonho
    Que terminou com o levantamento militar de 7 (sete) de Junho!

    VIII

    “Guiné,
    Terra piquinino,
    Mas garandi na fama,
    Que em fila,
    Nino,
    Ansumane
    Mané,
    E Kumba Yalá
    Mata i degula!

    IX

    E aonde estão estes atores?!
    E aonde estão estes abutres
    Da História
    Da Guiné
    “Ndessane”,
    Que decaparam
    A nossa Pátria
    E nos tiraram
    A alegria
    De viver
    Com prazer?!

    X

    O mundo não acaba
    Com a morte do Kumba,
    Do Nino Vieira,
    Do Ansumane
    Mané,
    Do veríssimo Seabra,
    Nem
    De ninguém!
    Choramos os nossos mortos,
    Choramos os nossos heróis,
    Mas temos o dever de cuidar
    Dos que ainda são nossos,
    Do seu bem estar.

    XI

    Ninguém
    É ninguém,
    Porque ninguém
    É a propriedade de ninguém
    E ninguém
    Tem
    O direito de flagelar outrem
    Pelo poder
    Que detém
    Como um ser!

    XII

    Basta de ódio,
    De vingança
    Para conseguir um lugar no pódio!
    Basta de barbaridades,
    Animosidades!
    Semeiem o amor, a esperança,
    A reconciliação
    Entre todos os guineenses,
    Para ultrapassarmos as anémicas
    E crónicas
    Crises
    E fomentar a reconstrução
    Da Grande Nação
    Que todos nós, ansiamos!

    XIII

    Tiremos o pais da pobreza extrema!
    Façamos da Guiné,
    Não de N,dessane”,
    Mas, sim, efetivamente, de fama,
    De hospitalidade,
    De liberdade,
    De respeito para com a dignidade
    Da pessoa humana,
    A prática da justiça plena!

    XIV

    Que seja João Mário Vaz,
    Que seja Hélder Vaz,,
    Que seja Nuno Gomes Nabian,
    Que seja Abel Incada,
    Candidatos a presidente,
    O importante
    É que seja o presidente
    De todos os Guineenses;

    XV

    Que seja Domingos Simões Pereira,
    Que seja Nuno Nabian,
    Ou Fernando Vaz,
    O primeiro ministro,
    O importante é que tire o País do escombro
    Económico e social
    Em que o nosso País se encontra.

    XVI

    Termino, desejando
    Um fim feliz
    Para (ao) nosso País
    Nestas eleições!

    BEM HAJA
    E QUE ASSIM SEJA,
    O QUE CADA UM DE NÓS DESEJA!!!

    E ALELUIA
    NESTA PÁSCOA !!!

    (1)- n,dessane”, em oloff, coitado, coitada(português)

    SACAVÉM( 11H40 MINUTOS- DOMINGO), 13 DE ABRIL DE B2014.

    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
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  19. REFLEXÕES SOLTAS
    domingo, 6 de Abril de 2014
    A PONTE/, A DOBRADIÇA/ ONDE A GENTE/ REPOUSA/

    I

    Nada mais doce
    Na face
    Do mundo,
    Nesta vida
    Onde estamos vivendo,
    Como a saúde,
    A plena felicidade!

    II

    É verdade
    Que faz falta
    Os bens materiais,
    Os bens essenciais,
    Para não dizer, fundamental,
    Vital
    Para a vivência
    Humana,
    Para a existe da existência
    Terrena.

    III

    A ponte
    Entre a morte
    E a vida
    É o que separa
    Cada
    Um de nós
    Da foz
    E da cratera.

    IV

    Esta ponte,
    A dobradiça
    Entre a vida
    E a morte,
    O espaço onde nos movemos,
    É como a peça
    Que nos lança
    Para os extremos
    Do que efetivamente somos.

    V

    Na nossa mente,
    Temos sempre
    Algo ou alguém como mestre
    Que nos incute
    A ideia do sucesso,
    Para alcançarmos o progresso,
    A felicidade,
    O bem-estar
    E tudo o que nos pode encantar
    Na sociedade.

    CATUJAL (DOMINGO- 15H40 MINUTOS), 06 DE ABRIL DE 2014.

    MATTOS (NDO)
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  20. A MORTE ACABA
    COM KUMBA
    YALÁ
    E O ZELA !

    I... Ver mais
  1. GRUPOS

     · 1
  2. NOTAS

     · 1

No início de 2014

  1. há 20 horas

    A CIDADE DE BOLAMA
    CHAMA
    AQUELE
    QUE
    AMA

    I

    Saudade,
    Daquela
    Cidade
    Tão bela
    Que atrai
    Quem lá
    Vai,
    Ainda
    Que esteja abandonada,
    Esquecida.

    II

    Bela
    Como a sua gente,
    Singela,
    Humilde e atraente
    Que acolhe
    E recebe
    Quem nela
    Chega
    E passa.

    III

    Bolama
    Que tinha sido
    Considerada
    O ninho
    De terroristas
    Pelo seu acolhimento
    Aos nacionalistas,
    Aos patriotas
    Que lutaram
    Contra o colonialismo
    E o fascismo português.

    IV

    Aqui estando tão longe,
    Hoje,
    Da minha ditosa
    E querida cidade,
    Atualmente esquecida
    Pelos atuais dirigentes
    Políticos do meu país,
    Sinto a comichão
    Em cada mão
    De tocar,
    Roçar
    E pisar
    Aquele chão
    Tão peculiar
    E especial
    Pela sua história secular.

    CATUJAL(2ª – FEIRA, 17H45), 01 DE ABRIL DE 2014-04-03

    MATTOS (NDO)
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  2. O que nos esperaa
    Naquela terra?!

    Antes de tudo, venho por este meio endereçar, os meus mais sentidos pêsames .em primeiro lugar, aos familiares do ex- presidente da República da Guiné - Bissau, Dr. Kumba Yalá, que deixou de estar entre nós, os vivos, hoje nas primeiras horas do dia ou nas últimas do dia anterior.
    A morte de qualquer ser humano é sempre uma perda irreparável, pelo que lamento pro...
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  3. A POESIA,
    A FANTASIA
    OU A TERAPIA?

    I

    Um vício,
    Esse ofício
    Da escrita
    Que me tenta,
    Que me incita
    A experiementar
    O bem-estar
    Na caminhada
    Da vida,
    Filho
    Cheio de orgulho,
    Por ter vivido da bolanha
    Da minha
    Querida
    Nhanha,
    Algures
    Naqueles lugares!

    II

    Tenho saudade
    Da escrita
    Que elevava,
    A minha auto-estima
    Em cada dificuldade
    Que me batia a porta,
    Em cada contrariedade
    Que esbarrava
    O meu
    Eu,
    Mas que sempre teima!

    III

    Hoje,
    Longe
    Desse desejo,
    Aqui tão perto
    Do Tejo,
    Resisto
    À enfermidade
    Que impede
    A minha mobilidade
    Há mais de três
    Meses
    Afastando-me deste espaço
    Predileto,
    Que apelidei de laço!

    IV
    Lugares
    Tão recônditos
    Onde os meus antepassados
    Construiram os seus humildes lares,
    Legando-nos os conhecimentos
    Relacionados
    Com a sua história,
    Com a sua vivência,
    Como por exemplo,
    kantoma,
    Bolama,
    Quínara,
    Nova Sintra;
    Cada uma, um símbolo
    De resistência
    Contra
    A ocupação estrangeira

    V

    Tenho saudades
    De outros tempos
    Que nunca mais voltam!
    Tenho saudades
    Dos lugares,
    De "djambarés",
    Onde tudo
    Se entroncava
    E onde tudo
    Se desenhava!
    As amizades
    Dos campos
    Onde se contavam
    E ainda se contam
    As bravuras
    Nas sombras
    De humildades,
    Sinceridades
    E de tudo!
    Lá se lavravam
    Mancarra,
    Feijão, inhambe, abóbora,
    Etc!

    VI

    Lá ,
    Na Lala,
    Onde cresci
    E vivi
    Por pouco tempo,
    Pois, fui levado
    Para o outro lado,
    Porque se temia
    A inércia
    Do meu corpo,
    Ou desejando
    Fertilizar a minha mente,
    Ou se tentava evitar a minha morte.

    VII

    A poesia,
    Como alguém dizia,
    É como uma terapia
    Que alivia
    A nossa dor,
    Aumenta o nosso amor
    Connosco próprios,
    Nos desvia
    De maus vícios,
    Nos eleva para lugqares
    Altos ou altares.
    A escrita
    É a ponta
    Que me incita
    A ter uma visão otimista
    Da realidade
    Que nos circunscreve,
    Da humanidade
    Onde se vive.
    Gosto ·  · Promover · 
  4. Tio obrigado bjs.
    Gosto · 
  5. A BOLA
    ROLA
    SEM A ESTRELA !

    I
    A aurora
    Rouba
    E acaba
    Com a lenda,
    Com a vida
    Do “pantera
    Negra”!

    II
    A madrugada
    Domingueira
    Nos tira
    O nosso Pantera
    Negra;
    Leva àquele que teimava
    Em viver,
    Porque amava
    Intensamente a vida
    A vida
    E tinha o muito querer!

    III
    O génio
    Eusébio
    Da Silva
    Ferreira,
    Do seu verdadeiro nome,
    Despede-se
    De nós
    E, assim,
    Despe-se
    E se volta ao capim,
    À terra
    Donde viera,
    E nos
    Priva
    Da sua voz
    E do seu creme.

    IV

    A humildade,
    Era
    O traço
    Peculiar
    Da sua personalidade,
    Tanto a nível familiar,
    Bem como no laço
    Estabelecido com os colegas,
    Com os amigos
    E com o público em geral.

    V
    Quem
    O conheceu,
    Quem
    Conviveu,
    Com ele,
    Pôde acrescentar
    Melhor
    As caraterísticas
    Intrínsecas
    E extrínsecas
    Dele,
    O seu humor
    No amor,
    Como um grande ser humano,
    Um verdadeiro
    Campeão
    Dentro e fora
    Dos relvados,
    Àquele que merecia estar
    No Panteão
    Ao lado de outros afamados
    Da nossa Nação!
    VI

    Perguntem ao sr. João Malheiro,
    O seu biógrafo,
    O companheiro
    Que conhece o seu “garfo”,
    Que nos fala
    Do” Pantera Negra”,
    Da “Pérola
    Negra”,
    Da sua envergadura
    Como criatura
    Que viveu nesta terra.

    VII
    Homem de poucas palavras
    Pelo seu pouco convívio
    Com as letras,
    O” King” Eusébio
    Tinha um talento
    Nato
    Pela bola,
    Uma paixão frívola,
    Singela,
    Pela “coisa” que rola,
    Que começou desde a sanzala,
    Coisa que Encanta
    E brilha
    Para quem a olha
    E escuta
    Quem a descreve e relata.
    VIII

    Oxalá
    Que a bola
    Continue a rolar em cada ruela
    De cada sanzala,
    De cada vila!
    Que venham m ais “Eusébios”
    Génios,
    Sem “ micróbios”,
    Mais solidários,,
    Fraternos
    E humanos
    Nos seus tronos,
    Nos seus reinos,
    Mesmo nos grandes centros urbanos!
    X
    BEM HAJA MAIS “EUSÉBIOS”
    NOS SEUS DESÍGNIOS !!!

    CATUJAL (DOMINGO- 11H45 MINUTOS), 05 DE JANEIRO DE 2014.

    KANKAMBAL MATTOS (NDO)
    1Gosto ·  · Promover · 
  6. O PAÍS CHORA
    O SEU “ PANTERA
    NEGRA”

    I

    O século
    Vinte
    Chama a morte
    Mais um símbolo!
    II
    Desta vez,
    É o Eusébio,
    O génio
    Do futebol nacional
    E mundial.

    III

    Partem
    O maiores
    Os melhores;
    Ficámos mais pobres.

    IV

    A morte
    Não escolhe
    O seu dote,
    Toda a gente
    Lhe serve
    Como acompanhante.

    V
    A sua humildade,
    A sua humanidade,
    Era evidente
    Aos olhos de toda a gente;
    A amizade,
    A camaradagem
    De homem
    Para homem,
    A familiaridade,
    Eram os requisitos,
    Por assim dizer, os atributos
    Da sua personalidade,
    Sinónimos de vários epítetos.

    VI

    Portugal
    Rende a homenagem
    A este grande homem
    Que fez “raiar”
    A sua bandeira
    Inúmeras vezes,
    Fazendo delirar
    Muitos e milhares de Portugueses.

    VII

    Em cada canto
    Deste Portugal
    A beira-mar
    Plantado,
    Ouve-se o clamar
    Do pesar
    Pela morte
    Do rei do futebol,
    A referência
    Constante
    Na história
    Portuguesa
    No domínio futebolístico,
    O mítico
    Na literatura
    Nacional
    E internacional.

    VIII

    O Eusébio
    Amava
    A vida
    Ainda
    Que o seu perónio
    Tivesse recebido pancada
    Na época
    Em que alinhava
    No Benfica
    E na Seleção Nacional;
    Um génio
    Um jogador
    Fenomenal
    Um homem extraordinário,
    Um lendário
    Indelével para Portugal.

    IX

    Ele amava
    A família,
    Amava
    Os amigos,
    Indignava-se passava
    Ao seu redor,
    Porque tinha amor
    À mãe,
    À mulher,
    Às filhas,
    Os netos
    E a todos

    X

    O Eusébio
    Não compreendia
    O mundo!
    Não entendia
    O mundo!
    Tinha o seu estilo
    Próprio;
    Recusava o título
    Do melhor,
    Do maior,
    Do símbolo,
    Porque tudo
    O que fazia,
    Fazia-o com amor,
    Dedicação,
    Devoção
    E orgulho
    Como um bom filho.

    X
    Aos familiares,
    Os meus sentidos
    E profundos
    Pêsames,
    Pela perda brusca
    Da sua âncora,
    O “PANTERA
    NEGRA
    Como também da do Benfica
    E da Seleção Nacional.

    XII

    O Pantera
    Negra
    Será
    Sempre lembrado
    Eternamente
    Por todos os portugueses,
    Como o são da Amália Rodrigues,
    Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
    E tantos outros
    Que fizeram de Portugal
    Décadas ou séculos de ouro
    Em vários aspetos.

    CATUJAL (DOMINGO- 1º HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.

    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
    1Gosto ·  · Promover · 
  7. O PAÍS CHORA
    O SEU “ PANTERA
    O PAÍS CHORA
    O SEU “ PANTERA
    NEGRA”
    I

    O século
    Vinte
    Chama a morte
    Mais um símbolo!
    II
    Desta vez,
    É o Eusébio,
    O génio
    Do futebol nacional
    E mundial.

    III

    Partem
    O maiores
    Os melhores;
    Ficámos mais pobres.

    IV

    A morte
    Não escolhe
    O seu dote,
    Toda a gente
    Lhe serve
    Como acompanhante.

    V
    A sua humildade,
    A sua humanidade,
    Era evidente
    Aos olhos de toda a gente;
    A amizade,
    A camaradagem
    De homem
    Para homem,
    A familiaridade,
    Eram os requisitos,
    Por assim dizer, os atributos
    Da sua personalidade,
    Sinónimos de vários epítetos.

    VI

    Portugal
    Rende a homenagem
    A este grande homem
    Que fez “raiar”
    A sua bandeira
    Inúmeras vezes,
    Fazendo delirar
    Muitos e milhares de Portugueses.

    VII

    Em cada canto
    Deste Portugal
    A beira-mar
    Plantado,
    Ouve-se o clamar
    Do pesar
    Pela morte
    Do rei do futebol,
    A referência
    Constante
    Na história
    Portuguesa
    No domínio futebolístico,
    O mítico
    Na literatura
    Nacional
    E internacional.





    VIII

    O Eusébio
    Amava
    A vida
    Ainda
    Que o seu perónio
    Tivesse recebido pancada
    Na época
    Em que alinhava
    No Benfica
    E na Seleção Nacional;
    Um génio
    Um jogador
    Fenomenal
    Um homem extraordinário,
    Um lendário
    Indelével para Portugal.

    IX

    Ele amava
    A família,
    Amava
    Os amigos,
    Indignava-se passava
    Ao seu redor,
    Porque tinha amor
    À mãe,
    À mulher,
    Às filhas,
    Os netos
    E a todos

    X

    O Eusébio
    Não compreendia
    O mundo!
    Não entendia
    O mundo!
    Tinha o seu estilo
    Próprio;
    Recusava o título
    Do melhor,
    Do maior,
    Do símbolo,
    Porque tudo
    O que fazia,
    Fazia-o com amor,
    Dedicação,
    Devoção
    E orgulho
    Como um bom filho.



    XI

    Aos familiares,
    Os meus sentidos
    E profundos
    Pêsames,
    Pela perda brusca
    Da sua âncora,
    Como também da do Benfica
    E da Seleção Nacional.

    XII
    O Pantera
    Negra
    Será
    Sempre lembrado
    Eternamente
    Por todos os portugueses,
    Como o são da Amália Rodrigues,
    Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
    E tantos outros
    Que fizeram de Portugal
    Décadas ou séculos de ouro
    Em vários aspetos.
    CATUJAL (DOMINGO- 1º HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.

    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)

    NEGRA”
    I

    O século
    Vinte
    Chama a morte
    Mais um símbolo!
    II
    Desta vez,
    É o Eusébio,
    O génio
    Do futebol nacional
    E mundial.

    III

    Partem
    O maiores
    Os melhores;
    Ficámos mais pobres.

    IV

    A morte
    Não escolhe
    O seu dote,
    Toda a gente
    Lhe serve
    Como acompanhante.

    V
    A sua humildade,
    A sua humanidade,
    Era evidente
    Aos olhos de toda a gente;
    A amizade,
    A camaradagem
    De homem
    Para homem,
    A familiaridade,
    Eram os requisitos,
    Por assim dizer, os atributos
    Da sua personalidade,
    Sinónimos de vários epítetos.

    VI

    Portugal
    Rende a homenagem
    A este grande homem
    Que fez “raiar”
    A sua bandeira
    Inúmeras vezes,
    Fazendo delirar
    Muitos e milhares de Portugueses.

    VII

    Em cada canto
    Deste Portugal
    A beira-mar
    Plantado,
    Ouve-se o clamar
    Do pesar
    Pela morte
    Do rei do futebol,
    A referência
    Constante
    Na história
    Portuguesa
    No domínio futebolístico,
    O mítico
    Na literatura
    Nacional
    E internacional.





    VIII

    O Eusébio
    Amava
    A vida
    Ainda
    Que o seu perónio
    Tivesse recebido pancada
    Na época
    Em que alinhava
    No Benfica
    E na Seleção Nacional;
    Um génio
    Um jogador
    Fenomenal
    Um homem extraordinário,
    Um lendário
    Indelével para Portugal.

    IX

    Ele amava
    A família,
    Amava
    Os amigos,
    Indignava-se passava
    Ao seu redor,
    Porque tinha amor
    À mãe,
    À mulher,
    Às filhas,
    Os netos
    E a todos

    X

    O Eusébio
    Não compreendia
    O mundo!
    Não entendia
    O mundo!
    Tinha o seu estilo
    Próprio;
    Recusava o título
    Do melhor,
    Do maior,
    Do símbolo,
    Porque tudo
    O que fazia,
    Fazia-o com amor,
    Dedicação,
    Devoção
    E orgulho
    Como um bom filho.



    XI

    Aos familiares,
    Os meus sentidos
    E profundos
    Pêsames,
    Pela perda brusca
    Da sua âncora,
    Como também da do Benfica
    E da Seleção Nacional.

    XII
    O Pantera
    Negra
    Será
    Sempre lembrado
    Eternamente
    Por todos os portugueses,
    Como o são da Amália Rodrigues,
    Joaquim Agostinho, Vasco da Gama, Luís de Camões
    E tantos outros
    Que fizeram de Portugal
    Décadas ou séculos de ouro
    Em vários aspetos.


    CATUJAL (DOMINGO- 10 HORAS), 05 DE JANEIRO DE 2014.

    KANKAMBAL- MATTOS (NDO)
  8. A todos, quero com poucas poalavras, desejar do fundo coração, os meus votos de um própspero Ano Novo, saúde e felicidades. Divirtam-se intensa e jubilosamente enquanto sentirem o pulsar do sangue, com juizo e moderação . Que Deus ilumine os vossos caminhos na caminhada quotidiana, com certeza porém, mesmo com as dificuldades, a vossa determinação, teimosia e persistência, mudarão a direção dos acontecimentos. Bem haja 2o14! "NDO".
    52Gosto ·  · Promover · 
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    — com Duka Sammy e 48 outras pessoas.
  2. NELSON
    "A SON"
    QUE PARTE
    INOCENTE !


    I
    Adeus
    E diretamente aos céus,
    É o desejo de todos os seus,
    BABA
    MADIBA!


    II
    Inclinámo-nos,
    Nós
    Os humanos
    Pequenos,
    Perante os seus dons
    E nos bombolons ,
    Emitimos os sons
    De agradecimentos
    Aos seus feitos
    Nesta
    Terra,
    Neste planeta
    Que encerra
    O capitulo,
    O símbolo
    Mais sublime,
    O charme
    Que encanta
    Qualquer
    Ser
    Enquanto está a viver!

    III
    A África
    Fica
    Mais pobre
    Quando alguém,
    Um homem
    Como tu ,MADIBA,
    Nosso baba,
    Morre,
    Parte
    Para outra parte
    Que designamos de morte!

    IV
    No entanto,
    Estamos confiantes
    Que os ensinamentos
    Que nos deixou
    Irão guiar-nos para novos horizontes
    Que dão ênfase ao sujeito,
    Ao ser humano
    Digno
    Desse nome,
    Sem vexame
    E humilhação
    Na sua condição.

    V
    Adeus,
    Madiba!
    Que Deus
    O receba
    Em paz e sossego
    No seu abrigo!
    A sua doutrina
    Continuará a guiar
    E a orientar a nossa sina!
    Que a paz
    Seja o que se faz
    Em prol
    Do homem,
    O farol
    Acesso
    Para o progresso
    De todas as nações
    Em cada paragem;
    A felicidade
    Do indivíduo
    Em qualquer
    Subúrbio
    De qualquer
    Sociedade,
    Sem exceções.

    VI
    O seu sorriso
    Imenso,
    É o berço,
    O passo
    Que permite o laço,
    O perdão
    De cada coração
    A quem o impôs a submissão,
    À escravidão,
    À opressão
    À tortura
    E a cegueira.

    VII
    Faremos da tua bondade,
    Da tua humildade,
    A nossa catequese,
    A prece
    Diária
    Na nossa convivência,
    Sobretudo da juventude,
    A esperança da humanidade!

    VIII
    Que a sua alma,
    A chama
    Que tanto brilhou
    E encantou
    O mundo,
    Descanse em paz!!!

    CATUJAL ( DOMINGO, 16H30 MINUTOS), 15 DE DEZEMBRO DE 2013.

    KANKAMBAL (NDO)
  3. A TERRA
    TREME;
    A PALMEIRA
    VESTE-SE DE NEGRUME


    I

    A morte
    Deste
    Gigante,
    Cujo semblante
    Estava sempre radiante,
    É o dia
    Em que irradia
    Em cada coração,
    De cada cidadão,
    Uma mescla
    De alegria
    E de melancolia,
    Pois, parte
    Alguém,
    Um homem
    Tão empolgante
    E importante
    Pela sua coragem,
    Como Nelson Lolilhlahla
    Mandela,
    "Madiba",
    Como há muito o apelidei de "baba",
    A estrela
    Que iluminou
    E guiou
    O mundo
    Ao longo
    De muitas décadas!

    II

    Epítetos
    Vindos de vários cantos
    Do mundo,
    Lembrando
    Essa figura ímpar na História da humanidade,
    Pela sua combatividade,
    Pondo
    E comparando-o com os santos,
    Não só pela sua magnanimidade
    E bondade,
    Pugnando
    Pela justiça ,
    Pela liberdade,
    Pela igualdade,
    Pela tolerância,
    Paz e democracia
    No seu próprio país
    E em todo
    O mundo.!

    III

    O seu coração
    Admitiu o perdão,
    A remissão
    Para todos
    Sem exceção,
    Mesmo para os que o encarceraram
    E torturaram
    Ao longo de mais de 27 anos,
    Para a construção
    Da grande Nação
    Sul-africana
    Coesa e una!

    IV
    As vozes
    De todo
    O mundo,
    Gritam mil vezes:
    O eterno
    Descanso
    Do grande obreiro
    E pioneiro
    Sul-africano,
    O baluarte
    Dos direitos humanos,
    O tambor,
    O emissor
    Do amor
    Em cada continente!

    V

    Sentimo-nos
    Cidadãos
    Órfãos,
    Mas regozijamo-nos
    Pelo trabalho,
    Pelo brilho
    Do legado
    Que nos foi deixado
    Pelo nosso “baba”,
    O “Madiba,
    Que, com a graça de Deus,
    Iremos trilhar os mesmos caminhos,
    Desbravando espinhos,
    Para concretizamos os seus sonhos:
    “ A FELICIDADE
    E A DIGNIDADE
    DA PESSOA HUMANA”.

    Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio Sobral (6ª-feira, 13h45 minutos), em Sobral de Monte Agraço,06 de Dezembro de 2013.

    KANKAMBAL (NDO)
  4. A ESTRELA
    EXTINGUIU-SE;
    NELSON MANDELA
    DESPEDIU-SE!

    I
    O mundo
    Inteiro
    Está agora
    Privado
    De um dos vultos
    Mais importantes
    Do século XX,
    O símbolo
    Da Liberdade,
    Da luta
    Pela Justiça,
    Pela Democracia
    E pela Paz!

    II

    Mas a luta
    De um Grande Homem,
    Não acaba
    Com o seu desaparecimento
    Físico;
    O “Madiba”
    Vai continuar
    A inspirar
    Os homens
    De bons
    Corações;
    Homens que lutem
    Para tornarem
    Real
    O seu ideal.

    III

    Todos os homens
    Pequenos,
    Devem aspirar,
    Ambicionar
    Projetos/”coisas” grandes
    Como os da Mandela,
    A estrela
    Que iluminou o Mundo
    Durante quase um século.

    IV

    Foi com a grande consternação
    Que acabo de saber,
    Através dos meios de comunicação,
    Que o “Madiba”
    Acaba
    De morrer,
    De desaparecer
    Fisicamente,
    Deixando
    O mundo
    Mais “deficiente”,
    Mais carente.

    V

    Como cidadão comum
    Atento ao problema de cada um,
    Não podia estar indiferente
    À esta notícia tão triste,
    De endereçar as minhas mais vivas condolências
    A família deste
    Grande líder mundial,
    Internacional
    E a todos os progressistas do mundo inteiro,
    Nesta hora de “choro”.

    VI

    A obra de Nelson,
    Continuará a ter som
    No coração
    De cada cidadão.
    A todos, pelo “ MADIBA”
    ARRIBA!!!

    CATUJAL ( UNHOS, 22H3O MINUTOS- 5ª –FEIRA), 05 DE DEZEMBRO DE 2013.

    MATTOS (NDO)
  5. POR - TU - GAL baby!!!!!!
    Wooooohoooooooooo!!!!

    Ana Sofia NunesSusana SilvaAndré Demóstenes Do RosárioSandra TomásCatarina FerreiraFernando Matos FerreiraKhalifa Hulla Hulla,Duka SammyNeuzanda Ferreira, N'Phil Patchoo N'desmé,
    Par les Français, réveillez-vous les garçons!
    C'est plus que tendu les loulous...
     — com Joaquim Batica.
    74Gosto ·  · 
  6. PRIOR VELHO
    CHAMA-ME

    I

    Vinte e seis anos,
    Aproximadamente,
    O Prior Velho
    Acolheu-me!

    II

    Vinte e seis anos,
    Senti-me
    Como filho
    Do Prior
    Velho,
    Com amor
    e muito orgulho!

    III

    Chegou a hora
    De me ir embora,
    Estar fora
    Do Prior Velho,
    Mas no mesmo concelho.

    IV

    É a altura
    De prestar a minha sublime
    Homenagem,
    Com coragem
    De homem
    De honra
    A esta bela,
    Singela
    E ditosa
    Vila
    Portuguesa
    No coração de Lisboa,
    Por toda a alegria
    E mágoa.

    V

    Oh! Prior Velho!
    Se hoje valho
    Pelo trabalho,
    Pelo trilho,
    Mesmo com falho,
    Devo tudo isso
    Ao seu abraço,
    Ao regaço.
    Que me tem sido
    Dado.

    VI

    Assisti a sua germinação,
    Assisti a sua desagregação!
    Fui o promissor da habitação
    Da Quinta da Serra,
    Onde tudo acontecera
    Sem a complacência da Câmara de Loures,
    Nos arredores
    De Lisboa.

    VII

    A tudo
    Vi,
    A tudo
    Consenti,
    Tanto as construções
    Das barracas,
    Bem como as demolições
    Com intrigas,
    Brigas
    E "futricas".

    VIII

    O Prior Velho
    Manteve-se no mesmo sítio,
    Vendo cada filho
    A partir à demanda
    Do prémio
    Da vida
    Noutros
    Bairros:
    Urbanização do Terraço da Ponte,
    Camarate,
    Fetais,
    Portela de Sacavém,
    Apelação,
    Catujal,
    Unhos,
    Etc, etc.

    IX

    Alguns, os infelizes,
    Àqueles que a Câmara
    Excluiu do PER,
    Alegando as suas razões obscuras e injustas,
    Ficaram nas barracas legalizadas
    Da vila,
    Nos anexos,
    Nas "Villas,
    Nos "concós”.

    X

    Nestes últimos,
    Me incluo,
    Com a diferença
    De ter vivido
    Nos "palácios”,
    No luxo
    Que o PROHABITA
    Prometera,
    Tinha prometido
    Suportar as despesas!

    XI

    Uma pura
    Ilusão
    Do Coração
    Que se deixa cair na mentira
    Da Câmara
    E se embala no caminho
    Do sonho!

    XII

    Catujal
    É agora
    O bairro
    Onde "Kankambal"
    Procura
    O soro
    Natural.

    XIII

    PV City
    Onde fui mui happy,
    Despeço-me
    De forma
    Não muito airosa,
    No fundo da minha alma.

    CATUJAL (DOMINGO, 12H05 MINUTOS), 10 DE NOVEMBRO DE 2013.

    KANKAMBAL (N